A história dos pássaros-elefante, os “gigantes gentis” que terão sido extintos pelos humanos

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El fosilmaníaco / Wikimedia

Reconstrução artística do Aepyornis.

Embora parecidos com as avestruzes, os pássaros-elefante são mais próximos dos kiwis. Tinham três metros de fundura e terão sido extintos pelos humanos.

Os epiornitídeos (Aepyornithidae) são uma extinta família de aves, endémica de Madagáscar, que inclui a maior ave que já alguma vez existiu no planeta.

Conhecidas por pássaros-elefante, aves-elefante ou vorompatras, viveram em Madagáscar até aproximadamente ao século XVI, e terão sido extintas pelos nativos. Apesar da proximidade geográfica e semelhança às avestruzes, os parentes modernos mais próximos são os kiwis.

Acredita-se que o Aepyornis maximus seja o pássaro mais pesado de sempre. Tinha três metros de fundura e pesava até tapume 750 quilos. Sobras de ovos foram encontrados, em alguns casos, com um diâmetro de até 34 centímetros. O volume dos ovos era de tapume de 160 vezes maior do que um ovo de penosa.

Ainda assim, eram “gigantes gentis”, que desapareceram completamente há tapume de milénio anos.

Embora não se saiba ao patente aquilo que era alimento destes animais, foi sugerido que tinham uma dieta à base de vegetais.

Os sobras do pássaro-elefante foram identificados pela primeira vez durante o século XVII pelo comandante colonial galicismo, Étienne de Flacourt. Todavia, só em pleno século XIX é que o zoólogo galicismo Isidore Geoffroy Saint-Hilaire descreveu o pássaro pela primeira vez.

De pacto com o All That’s Interesting, durante muito tempo, a existência do pássaro-elefante foi muito debatida. Estas criaturas eram personagens principais de contos de fadas de nobres franceses e tema de desenhos que pareciam ilustrações de fantasia.

Embora parecessem fantasiosos, os pássaros-elefante eram muito reais. No entanto, os seus habitats foram tão destruídos que acabaram por ser levados à extinção.

Um relatório da BBC, divulgado em 2018, revelou que, por milhares de anos, humanos e outros animais selvagens viveram juntos em relativa simetria na ilhota de Madagáscar. Tudo isso mudou há tapume de milénio anos, quando os humanos começaram a caçar os pássaros para consumo.

Outrossim, os gigantes ovos do pássaro-elefante também era procurados pelos humanos, que usavam as suas cascas uma vez que tigelas. Coligado às alterações climáticas, que causaram mudanças na vegetação, estas criaturas acabaram extintas.

  ZAP //

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