A maioria dos planetas habitáveis serão “pontos amarelos pálidos” secos e frios

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Congresso de Ciências Europlanetárias

Nem azuis porquê a Terreno nem vermelhos porquê Marte, a maioria dos planetas potencialmente habitáveis devem ser pontos amarelos com climas mais frios e secos do que o nosso planeta.

Lembra-se de todos os planetas habitáveis ​​que vimos em filmes de ficção científica? Há o invernal Hoth da Guerra das Estrelas, por exemplo, e o esmagadoramente quente Arrakis de Dune. Já os astronautas de Interestelar visitaram um mundo oceânico e um mundo rochoso desertificado.

Apesar de todas as suas diferenças, esses lugares ainda eram o que eles chamam de mundos habitáveis ​​da classe M de Star Trek. Simples que não eram todos porquê a Terreno, mas isso tornava-os excitantemente alienígenas para as formas de vida que apoiavam.

No Universo real, parece que mundos extraterrestres não exatamente porquê o nosso podem ser a norma. A Terreno pode ser o verdadeiro mundo estrangeiro.

De harmonia com um par de investigadores na Europa, pontos azuis pálidos porquê o nosso planeta provavelmente não são tão comuns. Em vez disso, muitos planetas habitáveis ​​podem ser mais frios e secos do que o nosso. Aliás, porquê podem não ter tanta chuva, esses lugares podem parecer mais pontos amarelos pálidos.

Os cientistas planetários Tilman Spohn e Dennis Höning modelaram possíveis exoplanetas para ver porquê a evolução dos continentes e os ciclos planetários da chuva poderiam moldar o desenvolvimento de mundos habitáveis — e concluíram que os planetas têm aproximadamente 80% de verosimilhança de serem cobertos principalmente por terreno.

Ou seja, eles teriam principalmente paisagens continentais. Outros 20% dos mundos possivelmente habitáveis ​​provavelmente seriam principalmente oceânicos. Uma pequena percentagem (menos de 1%) seria semelhante à distribuição terra-água da Terreno.

“Nós, terráqueos, desfrutamos do estabilidade entre áreas terrestres e oceanos em nosso planeta natal”, disse Spohn, diretor executivo do Instituto Internacional de Ciências Espaciais em Berna, na Suíça. “É tentador supor que uma segunda Terreno seria exatamente porquê a nossa, mas os nossos resultados de modelagem sugerem que esse provavelmente não será o caso.”

Diferenças nos planetas habitáveis

Logo, por que é que os planetas habitáveis ​​seriam tão diferentes do “pálido ponto azul” de Carl Sagan? A “ar” de cada exoplaneta depende de várias características. Estes variam de sua estrutura à estrela que orbitam.

Na Terreno, o desenvolvimento dos continentes pela atividade vulcânica e a sua erosão com as condições meteorológicas são bastante equilibrados. A vida prospera cá. Muitas vegetalidade, por exemplo, dão-se muito em terreno. É aí que têm aproximação ao amigável Sol para fazer a fotossíntese. Esse processo permite que transmitam pujança e nutrientes pela ergástulo cevar.

A vida também prospera nos oceanos e eles fornecem uma enorme quantidade de chuva que aumenta a precipitação. Os recursos hídricos oceânicos impedem que o clima atual da Terreno se torne muito sedento.

A geologia também desempenha um papel importante. O principal motor das placas tectónicas da Terreno é o calor interno. “Isso impulsiona a atividade geológica, porquê terremotos, vulcões e construção de montanhas, e resulta no desenvolvimento dos continentes”, disse Spohn.

“A erosão da terreno faz segmento de uma série de ciclos que trocam chuva entre a atmosfera e o interno. Os nossos modelos numéricos de porquê esses ciclos interagem mostram que a Terreno atual pode ser um planeta fabuloso e que o estabilidade da volume terrestre pode ser instável ao longo de bilhões de anos. Embora todos os planetas modelados possam ser considerados habitáveis, a sua fauna e flora podem ser muito diferentes.”

Nem todos os planetas portadores de vida são semelhantes

A boa notícia cá é que as proporções de volume de terreno em relação ao oceano permitem uma definição bastante ampla de “habitável”. Um mundo oceânico, com menos de 10% de terreno, por exemplo, pode tornar-se um planeta húmido e quente. Pode ser semelhante à Terreno depois de se restabelecer do impacto que ajudou a matar os dinossauros.

Isso faz sentido, pois os modelos em que Spohn e Höning trabalharam mostram que as temperaturas médias da superfície nesses mundos seriam mais parecidas com as da Terreno. Tal mundo poderia estar repleto de formas de vida.

Os planetas com menos de 30% de oceanos teriam temperaturas mais frias e climas mais secos. Podem ter desertos frios e possivelmente algumas camadas de gelo. Sabemos de regiões semelhantes cá na Terreno e que a vida pode prosperar em tais ambientes.

Cá está outro pensamento intrigante. A Terreno que conhecemos hoje é dissemelhante de porquê era em várias outras partes da sua história. Por exemplo, pode possuir mundos com condições semelhantes às que nosso planeta enfrentou durante a Idade do Gelo. A vida floresceu cá durante esses tempos, e tal mundo seria bastante habitável. Curiosamente, as pessoas que viveram no nosso planeta durante esse período há 10 000 anos detrás achariam esses lugares confortáveis ​​e familiares.

A narração de exoplanetas confirmados conhecidos é agora superior a 5000. Alguns são habitáveis. Outros não são. Alguns são super-Terras, outros são supergigantes gasosos. Mas é unicamente uma questão de tempo até que os cientistas planetários encontrem um ponto pálido de um mundo. É interessante pensar que, seja azul ou amarelo, pode ser hospitaleiro para a vida.

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