Ampulheta incandescente do nascer de uma estrela apanhado pelo James Webb

0
3860

NASA, ESA, CSA e STScI, J. DePasquale (STScI)

A protoestrela L1527, vista nesta imagem pelo Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, está embebida numa nuvem de material que está a fomentar o seu prolongamento.

O Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA revelou as características outrora escondidas da protoestrela dentro da nuvem escura L1527 com o seu instrumento NIRCam (Near Infrared Camera), fornecendo uma visão da formação de uma novidade estrela.

Estas nuvens abrasadoras dentro da região de formação estelar de Touro só são visíveis no infravermelho, tornando-as num intuito ideal para o Webb.

A protoestrela propriamente dita está escondida dentro do “pescoço” desta forma de ampulheta.

As imagens foram apresentadas em nota de prelo da Dependência Espacial Europeia, ESA.

O disco protoplanetário, visto de lado, é a risco escura que atravessa o meio do pescoço. A luz da protoestrela “vaza” para cima e para insignificante deste disco, iluminando cavidades dentro do gás e poeira circundantes.

As características mais prevalentes da região, as nuvens azuis e alaranjadas, contornam cavidades criadas à medida que o material que se afasta da protoestrela colide com a material em volta.

As cores são devidas a camadas de poeira entre o Webb e as nuvens. As áreas azuis são onde a poeira é mais fina. Quanto mais espessa for a categoria de poeira, menos luz azul é capaz de evadir, criando bolsas de cor laranja.

O Webb também revela filamentos de hidrogénio molecular que foram chocados à medida que a protoestrela ejeta o material para longe.

Os choques e a turbulência inibem a formação de novas estrelas, que de outra forma existiriam por toda a nuvem. Porquê resultado, a protoestrela domina o espaço, roubando grande segmento do material para si própria.

Apesar do caos que L1527 está a provocar, tem somente tapume de 100.000 anos – um corpo relativamente jovem. Dada a sua idade e o seu luz no infravermelho distante, L1527 é considerada uma protoestrela de classe 0, a temporada mais precoce da formação estelar.

Protoestrelas porquê esta, que ainda se encontram envoltas numa nuvem escura de poeira e gás, têm um longo caminho a percorrer antes de se tornarem estrelas de pleno recta.

L1527 ainda não gera a sua própria pujança através da fusão nuclear de hidrogénio, uma propriedade precípuo das estrelas. A sua forma, embora maioritariamente esférica, é também instável, assumindo a formato de um pequeno, quente e inchado “tufo” de gás em algum lugar entre 20% e 40% a volume do nosso Sol.

À medida que uma protoestrela continua a acretar volume, o seu núcleo comprime-se gradualmente e aproxima-se da fusão nuclear firme. A imagem revela que L1527 está a fazer exatamente isso.

A nuvem molecular circundante é constituída por poeira densa e gás que estão a ser arrastados para o meio, onde a protoestrela reside. À medida que o material cai para dentro, espirala em torno do meio. Isto cria um disco denso de material, que alimenta o material para a protoestrela.

À medida que ganha mais volume e se comprime cada vez mais, a temperatura do seu núcleo sobe, acabando por atingir o limite que dá início à fusão nuclear.

O disco, visto na imagem porquê uma orquestra escura em frente do meio luminoso, tem aproximadamente o tamanho do nosso Sistema Solar. Dada a densidade, não é invulgar que tanto deste material se aglomere – o início dos planetas.

Em última estudo, esta vista de L1527 fornece uma janela do aspeto do Sol e do Sistema Solar na sua puerícia.

Deixe um comentário