Antiga quidam capaz de ver no escuro esconde-se nos olhos das baleias

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Eric Kilby / Flickr

Uma proteína presente nos olhos de baleias esconde um provável antepassado que tinha a capacidade de ver em plena negrume.

Um novo estudo sugere que os sistemas visuais das baleias e golfinhos modernos – conhecidos uma vez que cetáceos – derivam de um antepassado em universal com uma poderosa visão subaquática.

Acredita-se que as baleias e os hipopótamos evoluíram de um mamífero terrestre há tapume de 50 milhões de anos. No entanto, exclusivamente um deles consegue submergir profundamente no oceano.

Quando e porque é que esta habilidade evoluiu ainda é um mistério, mas as novas descobertas indicam que a transição aconteceu logo em seguida a chegada ao mar, escreve o ScienceAlert.

Em pretexto está uma proteína no olho dos mamíferos conhecida uma vez que rodopsina. Graças a ela, os investigadores conseguiram prever a sequência genética avoengo que permitiu pela primeira vez mergulhos subaquáticos profundos.

A rodopsina absorve fortemente a luz virente azulada — uma vez que a do mar — e adquire portanto uma tonalidade avermelhada. É responsável pela visão monocromática no escuro.

Comparativamente com os mamíferos terrestres, esta proteína parece muito mais sensível a baixos níveis de luz e responde rapidamente a mudanças na sua intensidade.

Se existiu uma proteína tão sensível no primeiro cetáceo aquático, os autores do novo estudo acreditam que esta quidam poderia ter procurado comida em profundidades de 200 metros ou mais.

Estudos anteriores sugeriram que o primeiro cetáceo aquático tinha um corpo semelhante ao de um golfinho. Por sua vez, o novo estudo é um dos primeiros a investigar uma vez que é que os olhos desta quidam podem ter funcionado na sua procura por comida subaquática.

Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

  ZAP //

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