As alterações climáticas criam árvores comilonas

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Andreas Kay / Flickr

Um novo estudo mostra que as florestas têm dióxido de carbono aglomerado de forma excessiva. Devido às alterações climáticas, as árvores estão a tornar-se “comilonas”.

Embora saibamos que as árvores protegem os seres humanos dos piores efeitos das alterações climáticas, retirando o dióxido de carbono da atmosfera, o que é evidente é que o excesso desta constituído químico não é normal.

Um estudo, publicado nascente mês no Journal Nature Communications, revela que os níveis elevados de dióxido de carbono na atmosfera aumentaram o volume de madeira ou biomas das florestas nos Estados Unidos da América (EUA).

De negócio com o Physorg, a pesquisa conclui que, embora outros fatores, tais uma vez que o clima e as pragas, possam de alguma forma afetar o volume de uma árvore, são os níveis elevados de dióxido de carbono que levam incessantemente a um aumento do volume de madeira em 10 grupos de diferentes florestas temperadas em todo o país.

Esta peroração sugere que as árvores estão a ajudar a proteger o ecossistema terrestre dos impactos do aquecimento global através do seu prolongamento rápido.

Brent Sohngen, quinhoeiro do estudo e professor de economia ambiental e de recursos na The Ohio State University, afirma que “as florestas estão a retirar carbono da atmosfera a uma taxa de 13% das nossas emissões brutas, enquanto estamos a colocar milhares de milhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera”.

“Estamos, na verdade, a retirar muito dele exclusivamente deixando as nossas florestas crescerem”, explica.

A fertilização de carbono, nome que se dá ao inspiração de dióxido de carbono que aumenta a taxa de fotossíntese de uma vegetal, combina vontade do Sol, chuva e nutrientes do solo e do ar para produzir combustíveis para a vida e estimular o prolongamento das vegetais.

“É divulgado que quando se coloca uma tonelada de dióxido de carbono na atmosfera, ela não fica lá em cima para sempre“, explica Sohngen. “Uma enorme quantidade dele cai nos oceanos, enquanto o resto é absorvido por árvores e zonas húmidas”.

Nos últimos 20 anos, as florestas dos EUA absorveram murado de 700 a 800 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Segundo o estudo, estes dados representam murado de 10% a 11% do totalidade das emissões de dióxido de carbono do país.

Embora a exposição a níveis elevados de dióxido de carbono possa ter efeitos nocivos nos sistemas e infraestruturas naturais, as árvores não têm problemas quanto ao fornecimento extra de gás com efeito de estufa à Terreno.

“Se imaginarmos uma árvore uma vez que exclusivamente um enorme cilindro, o volume suplementar que o estudo encontra equivale essencialmente a um aro de árvore extra“, explica Sohngen.

Mas, comparativamente com as árvores de há 30 anos, a vegetação moderna é murado de 20% a 30% maior do que costumava ser.

Os investigadores descobriram, ainda, que mesmo as árvores grandes mais velhas continuam a juntar biomassa à medida que envelhecem, devido aos elevados níveis de dióxido de carbono.

“Ao contrário dos efeitos das alterações climáticas, que variam consoante o lugar e o tempo, a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera mistura-se quase que uniformemente, pelo que todos os locais na Terreno têm quase a mesma quantidade”, esclarece Sohngen.

Para testar se o dióxido de carbono era responsável pelo fortalecimento do bioma, a  equipa de investigação utilizou dados do Programa de Inventário e Estudo Florestal do Serviço Florestal dos EUA para confrontar a forma uma vez que o volume de madeira de certos grupos florestais mudou nas últimas décadas.

O estudo estima que, entre 1970 e 2015, ocorreu um aumento significativo do volume de madeira das árvores, o que está relacionado com um aumento exímio das emissões de carbono.

Os investigadores utilizaram também nascente método para testar se existiam diferenças nas árvores que ocorrem naturalmente em relação às árvores que foram plantadas.

Sohngen pensou que as árvores plantadas sofreriam um maior efeito de fertilização, uma vez que têm uma vantagem no facto de os agricultores colherem frequentemente as melhores sementes para plantar exclusivamente nos melhores locais.

Ao invés, o investigador ficou surpreendido com o facto de as árvores plantadas responderem aos níveis de dióxido de carbono da mesma forma que as naturais.

Segundo Sohngen, nascente trabalho mostra que a resposta do volume de madeira ao dióxido de carbono no nosso ecossistema é ainda maior do que os seus colegas previram com estudos experimentais.

“A fertilização com carbono torna certamente mais barato plantar árvores, evitar a desflorestação ou fazer atividades relacionadas com a tentativa de melhorar a sucção de carbono nas florestas”, diz o investigador.

“Deveríamos plantar mais árvores e preservar as mais antigas, porque no final do dia elas são provavelmente a nossa melhor aposta para mitigar as alterações climática”, acredita Sohngen.

  Teresa Campos, ZAP //

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