China está a usar criptomoedas para espalhar influência mundial

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portal gda / Flickr; mohamed_hassan / Pixabay

O diretor da dependência de cibersegurança britânica (GCHQ), Jeremy Fleming, acredita que o Partido Comunista Chinês (PCC) está a procurar utilizar tecnologias porquê moedas digitais e sistemas de satélite para substanciar a influência no estrangeiro.

Segundo Jeremy Fleming, enquanto o Reino Unificado e os países aliados querem desenvolver a ciência e tecnologia para promover a prosperidade, o regime chinês está a usar o poderio financeiro e científico para “lucrar vantagem através do controlo dos mercados, dos que se encontram na sua esfera de influência e dos seus próprios cidadãos”.

A GCHQ, dependência de lucidez cibersegurança e segurança do Reino Unificado, acredita que as moedas digitais do Banco Meão da China permitem ao Estado monitorizar os hábitos dos utilizadores e potencialmente evitar sanções internacionais porquê as que a comunidade internacional impôs à Rússia devido à invasão da Ucrânia.

Outro exemplo é o sistema de satélites BeiDou, que a dependência receia ser usado pelo PCC para controlar ou impedir outros países de aquiescer no caso de um conflito e potencialmente para localizar indivíduos.

“A liderança chinesa acredita que retira a sua força, a sua mando, do sistema fechado e unipartidário. Eles procuram lucrar vantagem através da graduação e do controlo, diz Jeremy Fleming”, director da GCHQ, em declarações durante a palestra anual do Instituto de Estudos Britânico no Royal United Services Institute.

“Isto significa que veem oportunidades de controlar o povo chinês em vez de procurarem formas de concordar e libertar o potencial dos cidadãos. Eles veem países porquê potenciais adversários ou porquê potenciais clientes estatais, para serem ameaçados, subornados, ou coagidos”, acrescenta.

Subjacente nesta abordagem, segundo Fleming, está um “sentimento de terror. Pânico dos seus próprios cidadãos, da liberdade de sentença, negócio livre, regras tecnológicas abertas e alianças – toda a ordem ensejo e democrática e o sistema internacional fundamentado em regras”.

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