Cientistas criam células sintéticas com a ajuda de bactérias

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Investigadores deram um grande passo em frente na biologia sintética, ao produzir um sistema que desempenha várias funções-chave de uma célula viva, incluindo a geração de robustez e a sentença de genes.

Num novo estudo publicado na Nature a 14 de agosto, investigadores da Universidade de Bristol, no Reino Uno relatam que criaram um sistema que desempenha várias funções-chave de uma célula viva.

A célula artificialmente criada transformou-se mesmo de uma forma de esfera para uma forma mais proveniente nas primeiras 48 horas de “vida”, indicando que os filamentos proto-celetais estavam a funcionar — uma vez que explicam os investigadores, eram “estruturalmente dinâmicos ao longo de escalas de tempo prolongadas“.

Erigir um tanto que se aproxime daquilo que consideramos vivo não é fácil, principalmente devido ao facto de mesmo os organismos mais simples dependerem de inúmeras operações bioquímicas que envolvem maquinaria complexa, capaz de dominar a mente para a fazer crescer e replicar.

Os cientistas já tinham tentado produzir células artificiais para desempenhar uma única função, uma vez que a sentença genética, a catálise enzimática, ou a atividade ribozimática.

Se decifrarem o sigilo da construção e programação personalizadas de células artificiais capazes de imitar melhor a vida, esse feito traz inúmeras possibilidades, desde o fabrico até à medicina.

Enquanto alguns esforços de engenharia se concentraram no redesenho das próprias vegetais, outros estão a investigar formas de reduzir as células existentes a sobras que podem depois ser reconstruídos em um tanto relativamente novo.

Para realizar leste último feito de bioengenharia, os investigadores utilizaram duas colónias bacterianas — Escherichia coli e Pseudomonas aeruginosa.

Estas duas bactérias foram misturadas com microgotas vazias num líquido viscoso. Uma população foi capturada dentro das gotículas e a outra ficou presa na superfície das gotículas.

Os cientistas abriram portanto as membranas bacterianas, banhando as colónias em lisozima (uma enzima) e melitina (um polipéptido do veneno das abelhas). As bactérias derramaram o seu teor, que foi tomado pelas gotículas para produzir as protocélulas revestidas por membranas.

Os cientistas demonstraram portanto que as células eram capazes de processamento multíplice, tal uma vez que a produção da molécula de armazenamento de robustez ATP através da glicólise, e a transcrição e tradução de genes.

“A nossa abordagem de geração de material vivo proporciona uma oportunidade para a construção de plebeu para cima de construções simbióticas de células vivas/sintéticas”, explica Can Xu, um dos autores do estudo.

“Por exemplo, utilizando bactérias artificiais deveria ser verosímil fabricar módulos complexos para o desenvolvimento em áreas de diagnóstico e terapêuticas da biologia sintética, muito uma vez que na biomanufacturação e biotecnologia em universal”, refere.

A teoria é que essa tecnologia ajude, no horizonte, a fabricar módulos complexos para desenvolvimento nas áreas de diagnóstico e de terapia da biologia sintética, muito uma vez que na biofabricação e biotecnologia em universal, segundo a Science Alert.

Células artificiais podem ser programadas para fotossintetizar uma vez que bactérias roxas ou gerar robustez a partir de produtos químicos. Mas a ciência ainda tem qualquer trabalho a fazer, até que domine a produção dessas células sintéticas.

  ZAP //

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