Cientistas encontram provas do maior terramoto da história da Humanidade

0
1807

Metropolitan Museum of Art / Wikimedia

Um equipa de arqueólogos encontrou evidências do maior terramoto espargido da história da Humanidade: com uma magnitude de magnitude de 9,5, causou um enorme tsunami que levou a população costeira a desistir o litoral durante milénio anos.

O terramoto aconteceu há murado de 3.800 anos no atual setentrião do Chile, quando uma rutura de placas tectónicas “levantou” a risca costeira da região.

Segundo o Live Science, o tsunami subsequente foi tão poderoso que criou ondas de até 20 metros de profundidade, estendeu-se até à Novidade Zelândia e atirou enormes pedras centenas de quilómetros para o interno.

Até agora, o maior sismo espargido era o de Valdivia, que em 1960 atingiu o sul do Chile com um comoção de magnitude entre 9,4 e 9,6, vitimando mortalmente 6 milénio pessoas e espalhando maremotos pelo Pacífico. O evento foi provocado por uma rutura de 800 quilómetros de comprimento numa placa tectónica.

O recém-descoberto megaterramoto também foi produzido por uma rutura numa placa tectónica, mas com 1.000 quilómetros de comprimento.

James Goff, geólogo da Universidade de Southampton, e a equipa descobriram evidências do comoção sísmico em depósitos litorais e rochas marinhas encontradas no interno do deserto do Atacama, deslocados pelo tsunami.

Depois de recolherem sedimentos em sete locais de escavação ao longo de 600 quilómetros da costa setentrião do Chile, os cientistas usaram o método de datação por carbono-14 para prezar a idade das amostras. Segundo a estudo, o material foi deslocado para o interno, há pelo menos, 3.800 anos.

A equipa também encontrou antigas estruturas de pedra sob os depósitos do tsunami, que não passam de paredes construídas pelas populações que viviam naquele lugar. O maravilha terá deixado a população costeira sem zero, com as comunidades a abandonarem o litoral rumo ao interno do Chile.

Só milénio anos depois é que as pessoas voltaram a viver ali.

A invenção surge num novo item científico, publicado levante mês na Science Advances.

  ZAP //

Deixe um comentário