De convenção com observador político, operação será

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Em um cenário de poucas respostas diante da ingresso da Rússia na Ucrânia, os palpites se voltam a se podemos ter uma guerra de maiores proporções envolvendo as grandes potências. 

O trajo é que, até o início da tarde desta quinta (24), o tropa russo tinha avançado em regiões a oeste do território ucraniano. Relatos davam conta que o tropa da Ucrânia teve embates com o tropa russo na região da antiga usina de Chernobyl, no setentrião do país, e também nos periferia da capital Kiev, no núcleo.  

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Em conversa exclusiva com o Brasil de Indumento, o observador político Alexander Konkov, da Universidade Estatal de Moscou Lomonosov, disse que a operação iniciada nesta quinta (24) “será encerrada posteriormente atingir as metas. Há todas as razões para crer que isso acontecerá em breve.” 

Konkov recorre ao reza feito por Putin na madrugada de quarta para quinta para delimitar quais seriam esses objetivos: “O objetivo de Putin foi enunciado, desmilitarização e desnazificação da Ucrânia”. Ou seja, o presidente russo teria lançado mão de seu tropa para varar ameaças militares e punir grupos nacionalistas ucranianos responsáveis pela morte de civis na região de Donbass.  

O próprio tropa russo informou que já destruiu 74 bases militares em território ucraniano. Já o número de mortos ainda é ignoto, mas a BBC reportava no início da tarde que murado de 10 civis e 40 militares ucranianos haviam sido mortos.    

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De convenção com o observador político, o que estaria em jogo do ponto de vista de Putin é a resguardo de interesses nacionais russos que ele diz que foram ignorados nas conversas com EUA e OTAN, além de dar satisfação à população russa das repúblicas de Donbass.   

Oposição

Já o político de oposição, Vladimir Kara-Murza, vice-presidente da ONG Open Russia, em enunciação à TV Rain (conduto sítio independente, que Putin diz ser um “agente estrangeiro”), disse que o incidente é a prova de que o parlamento russo finalmente perdeu qualquer função representativa, já que há dois dias, com um resultado de “400 em prol e 0 abstenções”, foi tomada a decisão de iniciar uma guerra com a Ucrânia. 

Kara-Murza diz que a decisão do parlamento contrasta com uma pesquisa da CNN, que diz que “metade dos cidadãos russos não apoia o uso da força contra a Ucrânia”. E complementa: “Mesmo em uma pesquisa estatal – do núcleo VTSIOM – murado de 20% dos cidadãos não apoiam as operações militares. Ou seja, milhões de nossos compatriotas são contra essa proeza militar. E em nossa Duma de Estado, nosso chamado parlamento, essa opinião dos russos está completamente ausente”.  

Edição: Arturo Hartmann

Manancial: Brasil de Indumento

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