Depois 200 anos, um importante mistério da Física pode finalmente ter resposta

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Tim Bell / Pixabay

Uma novidade pesquisa pode finalmente dar a resposta ao mistério sobre uma vez que os protões se movimentam através da chuva num campo magnético.

Já há mais de 200 anos que os cientistas se perguntam uma vez que é que os protões se movimentam através da chuva num campo magnético. Um novo estudo publicado na Angewandte Chemie International Edition pode finalmente ter a resposta.

Para desvendarem leste mistério, os cientistas descobriram as estruturas eletrónicas dos protões hidratados. As conclusões sugerem que os protões se movem na chuva em “comboios” de três moléculas de chuva, com a “ferrovia” construída primeiro do comboio à medida que leste avança e a ser removida mal leste passa.

Nascente ciclo para o transporte de protões através da chuva continua infinitamente, escreve o Science Alert. A teoria não é novidade, mas o estudo mais recente propõe uma estrutura molecular dissemelhante que encaixa melhor no mecanismo de Grotthuss referente aos “saltos de protões”.

A pesquisa também combina uma abordagem teórica com experiências físicas que foram possibilitadas por avanços tecnológicos recentes. Os investigadores fizeram uma experiência com espectroscopia de sucção de raios X para acompanharem com as cargas dos protões afetavam os eletrões nos átomos isolados de oxigénio na chuva.

Uma vez que seria de esperar, o impacto foi maior nos “comboios” com três moléculas de chuva, apesar de a sua graduação dentro de cada molécula individual dentro do conjunto de três. Estes grupos estavam a formar cadeias com os protões.

Os investigadores também fizeram simulações químicas e cálculos no nível quântico para estabelecer as interações entre os protões e as moléculas de chuva. Esta invenção também têm implicações em vários outros processos químicos, incluindo a fotossíntese, a respiração das células e o transporte de vigor nas células de combustível à base de hidrogénio.

“Compreender esse mecanismo é pura ciência, ampliando os limites do nosso conhecimento e mudando um dos nossos entendimentos fundamentais de um dos mais importantes mecanismos de transporte de tamanho e fardo da natureza”, explica o químico e comparte do estudo Ehud Pines.

  ZAP //

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