Em 1897, o testemunho de um fantasma levou a uma pena por homicídio

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Domínio Público

O emergência do fantasma de uma mulher à sua mãe levou a que o caso fosse reaberto e o marido da vítima acabou por ser réprobo pelo seu homicídio.

Para alguns são reais, para outros não passam de uma superstição. A existência de fantasmas continua a ser muito discutida e, geralmente, quando não há provas concretas de zero, tal porquê sobre espíritos ou extraterrestres, a justiça não leva a sério estes relatos nas suas decisões.

Mas em Julho de 1897, nos Estados Unidos, houve uma restrição. Edward Stribbling Shue, sabido porquê Trout Shue, foi réprobo por homicídio em primeiro intensidade por ter estrangulado a sua mulher — e o testemunho do fantasma da sua esposa, Zona Heaster Shue, foi decisivo na hora da pena.

Oriente foi o primeiro e único, até agora, caso judicial nos Estados Unidos em que o testemunho de um fantasma foi recepcionado porquê uma prova válida por um tribunal.

Por volta das 10 da manhã de 23 de Janeiro de 1897, o corpo de Zona Shue, na profundeza com 23 anos, foi encontrado por um rapaz de recados. A jovem estava deitada no soalho na morada que partilhava com o marido, à orla das escadas, com a rosto para insignificante, com um braço esticado e o outro recluso debaixo do seu peito e a cabeça inclinada para um lado, escreve o Huffington Post.

O menino alertou para o sucedido e Trout Shue rapidamente foi para a morada, chegando antes do médico legista. Quando o perito chegou, o marido já tinha levado o corpo da mulher para a leito e tinha-a vestido com um vestido de gola subida.

Enquanto a necropsia era feita, Trout Shue mostrou estar muito emocionado e chorou, o que levou o médico a parar de estudar o corpo, porquê um sinal de reverência pelo marido desgostoso, e a qualificar um “desmaio eterno” porquê a pretexto de morte.

Um velório tradicional foi convocado na véspera do funeral e quem atendeu notou um comportamento peculiar de Trout Shue, que imediatamente colocou um cachecol sobre o pescoço da sua falecida esposa e pôs ainda uma almofada e um cobertor debaixo da sua cabeça. O marido estava também tão emocionado que impediu que as restantes pessoas se aproximassem do corpo da mulher para se despedirem.

Estes comportamentos levantaram as suspeitas da mãe da vítima, Mary Jane Heaster, que não aprovou a relação da filha com Trout Shue logo desde o momento em que o conheceu. A mãe começou depois a rezar todas as noites para que Deus lhe revelasse a verdade sobre a morte da sua filha.

Passadas quatro semanas, na negrume da noite, o fantasma de Zona terá visitado a mãe. Mary Jane afirmou que estava acordada quando o espírito da filha lhe apareceu durante quatro noites sucessivas e lhe contou os detalhes do violação.

O fantasma de Zona terá dito que Trout Shue era violento e que a terá matado por estrangulamento em seguida uma discussão acesa sobre o jantar da noite anterior. A mãe rapidamente contactou o procurador John Preston, que reabriu o caso.

A investigação de Preston concluiu que Trout Shue tinha um historial de violência e que uma ex-mulher sua também já tinha morrido em circunstâncias sem explicação. A comunidade lugar também relatou que o marido andaria a comentar que “ninguém vai conseguir provar que matei a Zona”.

Tudo isto, juntando-se a falta de uma necropsia, levou a que o corpo da jovem fosse desenterrado para ser analisado novamente. Os especialistas concluíram que Zona morreu asfixiada e notaram marcas de dedos no seu pescoço.

Trout Shue foi convocado para testemunhar e apesar de ter rejeitado qualquer envolvimento na morte, não tinha nenhum álibi, tendo depois sido criminado de homicídio. O procurador decidiu não invocar a mãe de Zona a depor, temendo que a história sobre o fantasma retirasse credibilidade à querela.

Por esta mesma razão, a resguardo de Trout Shue chamou-a a testemunhar. No entanto, isto não ajudou o marido da vítima em zero — pouco mais de uma hora depois do início da deliberação, o júri anunciou que o considerava culpado por homicídio em primeiro intensidade e condenou-o a prisão perpétua.

  Adriana Peixoto, ZAP //

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