Em Portugal, bem-estar emocional é prioridade; bem-estar místico no último lugar

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李磊瑜伽 / Pixabay

Novo estudo demonstra aumento do interesse no bem-estar de cada um, comparando com dados do ano pretérito.

Há mais portugueses que apontam o seu bem-estar porquê prioridade na sua vida.

A teoria é reforçada pelo estudo do Center for Consumer Well-Being and Retail Innovation, da Católica Lisbon School of Business & Economics. A estudo tentou medir medidas relacionadas com bem-estar, hábitos de consumo e percepções sobre lojas de retalho e de roupa

O estudo, realizado entre Junho e Julho deste ano, contou com a participação de murado de 1.000 participantes do Tela de Estudos Online da Católica.

Uma das conclusões principais: quase dois em três participantes (65,4%) admitem investir até metade do seu rendimento no seu bem-estar. No ano pretérito, na mesma resposta, a percentagem tinha-se ficado pelos 54%.

Mas, dentro desse número actualizado, praticamente metade (32,4%) admite gastar exclusivamente entre 10% e 20% do seu salário no seu bem-estar. 2,1% das pessoas admitem gastar entre 90% e 100%.

O bem-estar emocional é a prioridade na vida de 58,46% das pessoas, enquanto a dimensão financeira (12.55%) e a dimensão física (10.66%) surgem mais aquém. Com menos de 6% surgem porquê prioridades dimensão místico, dimensão intelectual, dimensão profissional, dimensão social e a dimensão ambiental no último posto.

No entanto, no momento de escolher a dimensão menos importante nas suas vidas, a maioria respondeu dimensão místico (38,15%).

Ao realizar compras, a procura por um preço insignificante é a prioridade para metade dos participantes. Seguem-se proximidade e qualidade no atendimento.

Em relação às características em lojas, 23,4% dão mais valor às promoções personalizadas. E metade espera ter mais promoções nessas lojas.

Apesar de o transacção do dedo ter oferecido um “salto” desde 2020, as compras físicas reúnem a preferência de 59,4% dos participantes, no que diz reverência a compras não alimentares. Nas compras alimentares a presença física reina: 92,7% das respostas.

A maioria dos participantes (79,4%) afirma que não está a seguir um regime nutrir ou dieta específica.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

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