Esta empresa de virilidade portuguesa inventou uma ilhota de painéis que persegue o Sol

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De harmonia com Solaris Float, as soluções PROTEVS são modulares, desmontáveis e escaláveis, com um processo de instalação fácil.

A SolarisFloat, uma empresa portuguesa, apresentou uma solução original e sustentável para a produção de virilidade: seguir o Sol, quase uma vez que faz um stalker. A solução solar flutuante inovadora difere das muitas que estão a ser instaladas em corpos de chuva em todo o mundo. Com um ou dois eixos de seguimento, a ilhota flutuante é alimentada por motores elétricos que consomem menos de 0,5% da virilidade totalidade produzida.

Porquê explica a BBC, a instalação, denominada PROTEVS, é a primeira a fundir painéis solares flutuantes com a tecnologia Sun-tracking. A ilhota está atualmente no Oostvoorne Meer, um lago no sudoeste dos Países Baixos.

Constituído por 180 painéis solares móveis, PROTEVS tem uma capacidade totalidade instalada de 73 kilowatts de potência (kWp) e proporciona um aumento na produção de virilidade de até 40%, graças à sua sofisticada tecnologia que permite aos seus painéis de dupla face girarem de harmonia com o movimento do Sol.

A empresa oferece dois tipos de soluções. A primeira é a PROTEVS+, que dispõe de 180 módulos com duplo eixo de rastreio. O mesmo que o projeto supra mencionado, tem um diâmetro de 38 metros e ocupa uma dimensão de 1.444 metros quadrados, com os painéis a moverem-se verticalmente.

A segunda solução é o PROTEVS Single360, que funciona sobre um único eixo. Através de módulos PV, com uma inclinação fixa de 10 graus e 360 módulos, o PROTEVS Single360 tem uma capacidade instalada de 147 kWp para painéis de 410 W.

De harmonia com Solaris Float, as soluções PROTEVS são modulares, desmontáveis e escaláveis, com um processo de instalação fácil. Porquê podem ser destacadas, as ilhas podem mesmo ser fundidas para formar uma exploração solar flutuante.

Estes parques solares flutuantes, de harmonia com a empresa, vão além do impacto ambiental precedente. As sombras formadas na estrutura flutuante e nos painéis fotovoltaicos, resultando numa redução “superficial” da temperatura, são benéficas para o ecossistema aquático.

Em segundo lugar, a qualidade da chuva é suscetível de aumentar devido à redução de algas, e à reprodução de outros microrganismos, que pode ter lugar devido ao efeito de sombra supra mencionado. Isto pode ser ainda melhorado com a instalação de equipamento de oxigenação da chuva.

Segundo a Popular Science, citada pelo Interesting Engineering esta solução tem limitações. A localização é a primeira. Considerando os sistemas de Proteus, estes não serão eficientes perto da risco do Equador, uma vez que os painéis permanecerão horizontais durante todo o dia. Também terão de ser instalados em locais com correntes de maré mais fracas.

No entanto, tais parques solares flutuantes podem ser largamente benéficos a longo prazo – mormente tendo em conta o espaço necessário para a instalação de parques solares.

A revista Science fez referência a um estudo da Universidade de Leiden nos Países Baixos  que estimou a dimensão que os parques solares necessitam – que é, enfim, muro de 40-5 vezes a dimensão das centrais de carvão, e 90-100 vezes a terreno requerida pelos fornecedores de gás. Portanto, as explorações solares flutuantes são definitivamente uma forma eficiente de dar espaço a outros projetos que podem ajudar a enfrentar as alterações climáticas.

  ZAP //

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