Está menos produtivo nas reuniões de trabalho? A culpa pode ser do fator videochamada

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jagritparajuli99 / 11 images / Pixabay

Estudo científico segmento do pressuposto de que quando as pessoas estão mais concentradas num ecrã, porquê acontece nas videochamadas, tendem a ser mais criativas quando não estão a concentrar-se muito em um tanto.

As videochamadas podem prejudicar as ideias criativas do que as reuniões presenciais, segundo os psicólogos americanos – mas podem ser mais eficazes para encontrar as melhores ideias. De facto, surgimento das videochamadas, exacerbado pela pandemia, permitiu que muitas pessoas trabalhassem de forma mais maleável e segura, numa profundidade em que a covid-19 atormentava o mundo. No entanto, são notórias as diferenças entre as reuniões virtuais e as físicas.

De pacto com um cláusula publicado na revista Nature, as pessoas são menos eficazes na apresentação de ideias criativas em videochamadas ou conferência, em oposição às reuniões presenciais. Os investigadores realizaram uma série de experiências, primeiro com 602 voluntários para um estudo em laboratório nos EUA e depois com 1.490 engenheiros de uma empresa internacional de telecomunicações, com escritórios na Europa, no Médio Oriente e no Sul da Ásia.

Os participantes foram emparelhados, presencialmente ou virtualmente, tendo-lhes sido pedido para apresentar ideias de produtos para uma empresa, com base num incitamento. Posteriormente, também lhes foi pedido que apresentassem a teoria “mais criativa” porquê uma inovação de resultado para uma empresa, descreve a Cosmos Magazine.

Os investigadores solicitaram logo a dois estudantes universitários que avaliassem cada teoria com base na sua novidade, atribuindo a cada teoria uma pontuação para a originalidade. Os pares presenciais apresentaram consistentemente mais ideias, mas também as mais criativas. No entanto, ao escolher a teoria a subordinar, esta vantagem desapareceu.

Os investigadores sugerem que a razão para isto tem que ver com o foco: as pessoas estão mais concentradas num ecrã nas videochamadas e os indivíduos tendem a ser mais criativos quando não estão a concentrar-se muito em um tanto. Esta peroração corresponde a dados sobre o movimento dos olhos e o olhar em reuniões virtuais.

“Os nossos resultados indicam que existe uma vantagem cognitiva única na colaboração presencial, que poderia informar a concepção de políticas de trabalho remoto”, escrevem os autores no seu cláusula.

“No entanto, ao mandar a utilização ou não de equipas virtuais, muitos factores adicionais entram necessariamente na equação, tais porquê o dispêndio das deslocações e dos bens imóveis, o potencial para expandir a suplente de talentos e as dificuldades na gestão do fuso horário e das diferenças culturais regionais“.

Num vídeo de seguimento, a autora principal, Melanie Brucks, investigadora em marketing na Universidade de Columbia, EUA, sugere que embora esta teoria ainda não tenha sido testada, desligar a câmara durante uma sessão de reunião de ideias à intervalo pode proporcionar mais benefícios cognitivos.

  ZAP //

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