Estrutura proteica nunca antes vista encontrada num vírus

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Um grupo de cientistas encontrou uma estrutura proteica nunca antes vista num vírus. Os AMGs não são totalmente compreendidos, mas os cientistas têm-se perguntado se desempenham um papel no ciclo do carbono.

Para saber mais, investigadores do laboratório SLAC digitalizaram sob raios X de cimeira cintilação uma exemplar altamente cristalizada de uma proteína codificada por um dos AMGs.

De conciliação com a Interesting Engineering, a cristalografia por raios X revela a estrutura molecular da proteína, que é depois utilizada para mandar a sua função.

“Vimos a localização de cada corpúsculo na proteína vírica, o que nos ajuda a desvendar uma vez que ela funciona”, disse Clyde Smith, investigador sénior da Stanford Synchrotron Radiation Lightsource’s (SSRL) Beam Line na SLAC, o estudo foi publicado na Nature Communication oriente mês.

“Ficámos surpreendidos ao ver que a proteína se assemelha a estruturas atómicas conhecidas de famílias de bactérias e enzimas fúngicas relacionadas, mas também continha peças totalmente novas”.

O ajuste da estrutura proteica não foi direto. Os cientistas tiveram de tirar mais de 5.000 imagens da proteína cristalizada sob a radiografia e depois juntá-las para mandar a estrutura. Os detalhes sem precedentes da estrutura molecular ajudaram os investigadores a identificar um mecanismo potencial para a função da enzima.

O que é que a proteína faz?

A proteína AMG estudada pelos investigadores chama-se quitosanase, que é a forma científica de expor que uma enzima decompõe a quitina. Segmento das paredes celulares da maioria dos fungos, muito uma vez que do exoesqueleto dos insetos, a quitosanase é o segundo biopolímero — polímeros produzidos por seres vivos — de carbono mais abundoso no planeta. O primeiro é a celulose. A proteína AMG funciona para desagregar a quitina no solo.

A partir da estudo das imagens capturadas e da sequência genética da proteína, os investigadores poderiam também qualificar a proteína uma vez que aquela que se assemelhava a um grupo de enzimas de metabolismo de hidratos de carbono chamadas glicosil hidrolase GH45.

No entanto, as semelhanças entre a quitosanase e o GH45 eram limitadas. Os pedaços que não se pareciam com a enzima da família GH45 também não se pareciam com nenhuma outra enzima vista anteriormente.

“Há uma secção da enzima que é completamente novidade e inovadora. É isso que me entusiasma uma vez que biólogo estrutural — ver um tanto que nunca vimos antes, e depois tentar desvendar qual poderá ser o seu papel”, acrescentou Smith no expedido de prensa.

Isto abre mais vias de investigação para mandar uma vez que funciona a proteína e o seu verosímil papel no ciclo do solo. Também ajudaria a explorar o papel dos AMG e o papel que estes desempenham na interação com outros organismos no solo.

Muitas sequências víricas do solo em metagenomas contêm supostos genes metabólicos auxiliares (AMGs) que não estão associados à replicação vírica. Cá, foi estabelecido que os AMG nos vírus do solo produzem realmente proteínas ativas e funcionais. Os  resultados apoiam a hipótese de que os vírus do solo contribuem com funções auxiliares para os seus hospedeiros.

  Inês Costa Macedo, ZAP //

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