Estudo descobre porquê a Parkinson se espalha pelo cérebro

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(CC0/PD) StockSnap / pixabay

A pesquisa pode ter resolvido um mistério velho sobre a doença e revelado porquê os agregados de alfa-sinucleína se espalham pelo cérebro e causam a progressão da Parkison.

Um novo estudo publicado na Nature Communications resolveu um mistério sobre a doença de Parkinson. De convénio com a pesquisa, os agregados da proteína alfa-sinucleína espalham-se nos cérebros de pacientes com a doença de Parkinson através de um processo de ejeção do lixo celular.

Durante levante processo, espargido porquê exocitose de lisossomos, os neurónios libertam lixo de proteínas que não pode ser degradado ou reciclado. Esta invenção tem grandes implicações nos tratamentos e na prevenção da doença.

A Parkinson é uma doença neurológica caracterizada pela perda de neurónios num padrão que se espalha pelo cérebro. Ao longo de vários anos, a doença progride e os pacientes começam a tolerar com tremores e a ter problemas de mobilidade.

Ainda não se sabe muitos detalhes sobre a progressão da doença, pelo que os atuais tratamentos somente aliviam alguns dos tremores, mas não conseguem travar o progresso da doença.

Nas últimas décadas, foi revelado que a morte dos neurónios causada pela doença surge no seguimento da propagação de agregados anormais de alfa-sinucleína pelo cérebro, relata o SciTech Daily. Experiências anteriores e ratos e primatas não-humanos mostraram que injetar estes agregados no cérebro pode iniciar alguma da degeneração típica da Parkinson.

Os detalhes sobre porquê os neurónios fazem esta transmissão entre si nunca foram muito entendidos. No novo estudo, a equipa mostrou que estes agregados de alfa-sinucleína originam-se dentro dos próprios neurónios e depois acumulam-se dentro dos “caixotes do lixo” em forma de envoltório que existem nos lisossomos.

Os lisossomos contém enzimas que desfazem as proteínas e outro lixo molecular e transformam-nas em blocos de construção, essencialmente digerindo e reciclando-o. Mas os investigadores encontraram provas de que os agregados não são degradados pelos lisossomos e que são simplesmente cuspidos dos seus neurónios de nascença.

Nesse processo, chamado de exocitose, o lisossomo move-se para a membrana celular e funde-se com ela, de modo que o teor do lisossomo é descarregado – porquê está, sem qualquer encapsulamento – no fluido que envolve a célula.

Os investigadores também mostraram em outros experimentos que, ao reduzir a taxa de exocitose lisossomal, é verosímil reduzir a concentração aparente de agregados capazes de se espalhar — o que pode vir a ser usado nos tratamentos da Parkinson.

A equipa está agora a dedicar-se a estudos sobre o impacto deste maravilha no desenvolvimento da Alzheimer.

  ZAP //

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