IA descobre 40.000 armas químicas em somente 6 horas

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TD Teacher Dude’s BBQ /Flickr

Atualmente, a Lucidez Sintético (IA) é sobretudo usada para o muito, mas e se não fosse? Um novo estudo revelou que bastaram seis horas para que um novo algoritmo sugerisse 40.000 opções de possíveis armas químicas.

Uma equipa de cientistas da Collaborations Pharmaceuticals publicou um estudo no qual revela ter conseguido identificar 40.000 novos tipos de armas químicas com a ajuda da Lucidez Sintético (IA).

“O nosso trabalho está enraizado na construção de modelos de Machine Learning para alvos terapêuticos e tóxicos, para ajudar a conceber novas moléculas para a invenção de fármacos”, escreveram os autores do item científico, publicado na Nature Machine Intelligence.

Durante as suas experiências centradas na invenção de novos fármacos para humanos, os investigadores tiveram a teoria de pedir à máquina que lhes mostrasse possíveis combinações de compostos químicos que poderiam ser utilizados uma vez que armas químicas em determinadas circunstâncias.

De concordância com o Interesting Engineering, em menos de 6 horas, o programa produziu mais de 40.000 compostos altamente letais, numa mostra clara do seu saliente poder de processamento.

“Passámos décadas a utilizar computadores e IA para melhorar a saúde humana – não para a degradar. Fomos ingénuos ao pensar na potencial má utilização do nosso ramo, uma vez que o nosso objetivo sempre foi evitar características moleculares que pudessem interferir com as muitas classes diferentes de proteínas essenciais à vida humana”, completam os cientistas, no item.

A equipa realizou esta investigação com o objetivo de fabricar novos modelos de aprendizagem que permitam aos cientistas desenvolver medicamentos mais rapidamente, a término de tratar doenças de forma mais eficiente.

Porquê troço deste trabalho, devem ensinar o programa a identificar quando um constituído químico pode ser tóxico para um ser humano e, desta forma, evitar a geração de possíveis substâncias químicas nocivas para a saúde.

Os investigadores desconheciam, até agora, a possibilidade de levante tipo de tecnologia ser usado no desenvolvimento de armas químicas, um pouco que lhes valeu um invitação para a conferência de “Convergência” do Instituto Federalista Suíço de Proteção Nuclear, Biológica e Química – Laboratório Spiez.

  ZAP //

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