Implantes cerebrais para parar de consumir? É provável

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Alex Haney // Unsplash

Um estudo piloto inovador a nível mundial testa implantes cerebrais para parar de consumir.

Os investigadores implantaram cirurgicamente um dispositivo no cérebro de dois pacientes obesos que sofriam de problemas de alimento excessiva.

Os resultados deram esperança para que no porvir os implantes possam gerir uma série de comportamentos impulsivos. O dispositivo foi criado para identificar e bloquear os sinais cerebrais ligados aos desejos alimentares.

Levante estudo foi realizado pela Perelman School of Medicine da Universidade da Pensilvânia (UPenn) e foi publicado em agosto deste ano no Nature Medicine.

Segundo os investigadores da UPenn, um pequeno dispositivo deteta a atividade cerebral relacionada com o libido de consumir numa região cerebral chave e que responde estimulando eletricamente essa mesma região.

O experimento médico revelou-se muito promissor em dois pacientes com distúrbios alimentares.

Os pacientes foram acompanhados de perto durante um período de seis meses.

De congraçamento com os investigadores, os dispositivos pareciam estar a funcionar uma vez que esperado, sem efeitos secundários aparentes. Ambos os pacientes registaram diminuições significativas na frequência dos episódios de consumo excessivo, muito uma vez que uma subtracção das sensações de estar fora de controlo.

Durante os seis meses seguintes, cada paciente perdeu, em média, mais de 5 kg, sem qualquer dieta específica.

Consumo excessivo é muito generalidade

A equipa da UPenn explica que o distúrbio nutrir em excesso é considerado o mais generalidade nos EUA, afetando alguns milhões de pessoas.

Envolve frequentemente episódios de alimento compulsiva e está frequentemente ligada à obesidade.

O libido de consumir determinadas refeições ocorre devido a episódios de desordem nutrir excessiva.

Num estudo de 2018, utilizando ratos e humanos, Harpern e os seus colegas descobriram evidências de que a atividade elétrica específica de baixa frequência no núcleo acrobático surge pouco antes destes episódios, mas não antes de comerem regularmente e sem consumir em excedente.

Segundo o Interesting Engineering, os cientistas ativaram o núcleo de denúncia em ratos, com o objetivo de travar esta atividade, e descobriram que consumiam substancialmente menos do que noutras circunstâncias.

Porém, mesmo que esta investigação aponte para um porvir em que os implantes cerebrais possam ser capazes de controlar comportamentos impulsivos uma vez que a alimento excessiva, ainda há muito trabalho a ser feito antes dos investigadores perceberem efetivamente uma vez que o conseguir.

Serão, para isso, procurados novos participantes para levante estudo em curso a termo de apurar esta tecnologia.

  Teresa Campos, ZAP //

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