Invenção pode originar painéis solares eternos

0
341

pietermorlion

Um tela solar hodierno já é “velho” se chegar aos 30 anos. Mas uma novidade invenção pode transformar um tela solar em “imortal”.

Uma das grandes vantagens do tela solar fotovoltaico é a sua longa vida útil de pelo menos 25 anos, mas que pode facilmente ultrapassar três décadas quando muito desvelo.

Agora, uma invenção feita por pesquisadores da Universidade de York, no Reino Unificado, pode estender por tempo indeterminado essa espaço da tecnologia no horizonte.

Em estudos sobre o seleneto de antimónio, semicondutor já normalmente utilizado na fabricação de células fotovoltaicas, os cientistas descobriram que o material é capaz de se reparar sozinho quando fica degradado.

Os semicondutores são a peça-chave da tecnologia fotovoltaica, responsáveis por metamorfosear a luz do sol em eletricidade e utilizados na fabricação das células que compõem uma placa solar.

Acontece que, ao longo dos anos, esses semicondutores sofrem uma degradação proveniente devido ao processo de recombinação dos eletrões dos seus átomos.

Dessa forma, a novidade invenção dos pesquisadores de York traz agora a perspectiva de que poderemos ter painéis solares autorregenerativos de cocuruto desempenho, que poderão aumentar ainda mais a eficiência e viabilidade dos sistemas de pujança fotovoltaica.

Segundo o professor Keith McKenna, que liderou a equipa de pesquisadores, a capacidade de se autorregenerar do seleneto de antimónio é semelhante àquela de uma estrela do mar ou réptil quando recuperam um membro em seguida um acidente.

“O processo pelo qual esse material semicondutor se tratamento sozinho é muito parecido com o modo porquê uma salamandra é capaz de regenerar membros quando um é dissociado. O seleneto de antimônio repara as ligações quebradas criadas, formando novas. Essa habilidade é tão incomum no mundo dos materiais quanto no reino bicho e tem implicações importantes para aplicações desses materiais em optoeletrónica e fotoquímica”, explica Keith.

Outra invenção semelhante foi feita por pesquisadores da Liceu Chinesa de Ciências, que desenvolveram um novo tipo de célula solar feita à base de perovskita, que consegue regenerar-se a partir de uma combinação funcional de polivinilpirrolidona, polímero solúvel em chuva formado por múltiplas cadeias de vinilpirrolidonas.

No final, todos esses estudos em tecnologias de pujança solar visam ampliar o uso deste tipo de pujança, que é a maior e a mais segura das fontes de pujança renováveis disponíveis no mundo, capaz de contribuir para as metas climáticas dos países e ajudar no combate ao aquecimento global.

Deixe um comentário