Japoneses encontraram um peixe que anuncia catástrofe. Há base científica para esta crença

0
4224

Reprodução

“Peixe do término do mundo”

É uma mito antiga no Japão mas com uma relação lógica a eminentes subducções no fundo do mar.

Foi encontrado um peixe na Ilhéu Talcán, no Chile.

Isto nunca seria notícia em Portugal – e em muitos outros países – mas nascente peixe é dissemelhante…

Esta espécie é muito difícil de ser apanhada porque vive longe da superfície: entre 200 metros e 1 quilómetro inferior do nível do mar.

Mas a notícia não é propriamente por aí.

O peixe encontrado numa das Ilhas Desertores, no Chile, foi logo fotografado pelos pescadores, que mostraram depois a imagem nas redes sociais.

Rapidamente a retrato foi muito partilhada e comentada porque nascente é um “peixe do término do mundo”, escreve o portal prateado TN.

O peixe raramente é visto na superfície – e ainda muito, de negócio com a cultura japonesa. Os nipónicos acreditam que agora vem aí uma catástrofe proveniente, uma das piores de sempre.

Aliás, o peixe recebeu a designação Ryugu no tsukai – Mensageiro do Palácio do Deus do Mar.

Mas ele não deverá manar sozinho: os japoneses acreditam que um terramoto ou um tsunami vai ocorrer depois de vários “exemplares” deste peixe aparecerem junto às praias.

O “término do mundo” tem uma associação antiga: segundo a mito de Namazu, nascente peixe é associado a uma serpente marinha gigante que faz a terreno mexer-se, originando terramotos ou maremotos.

E desvelo, pescadores: as pessoas que encontram nascente peixe ficam amaldiçoadas, de negócio com a mesma mito.

Mas nascente “término do mundo” também tem uma associação à ciência: estes peixes, porquê habitam em águas profundas, percebem mais rapidamente quando há uma subducção no fundo do mar – deslizamento de placa tectónica.

Portanto, sim, naquela região podem estar a surgir falhas geológicas no fundo do oceano.

O Chile é um país onde há terramotos frequentemente. E foi o palco do terramoto mais poderoso de sempre, em 1960: magnitude aproximada de 9.5 na graduação Richter, em Valdivia.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

Deixe um comentário