Mistério com 540 milhões de anos desvendado. Fósseis revelam porquê os animais desenvolveram esqueletos

0
6658

Xiaodong Wang

A invenção de quatro fósseis com 514 milhões de anos que preservaram os tecidos moles na China dá pistas sobre o surgimento dos esqueletos dos animais.

Um novo estudo publicado na Proceedings of the Royal Society B Biological Sciences descobriu finalmente qual foi o primeiro bicho a desenvolver um esqueleto. A vida na Terreno explodiu em heterogeneidade há 540 milhões de anos, quando os primeiros esqueletos animais se começaram a formar.

A falta de registos fósseis têm dificultado a invenção de qual foi o primeiro bicho a produzir um esqueleto, mas uma equipa de arqueólogos conseguiu agora desvendar na China quatro fósseis de criaturas que viveram há tapume de 514 milhões de anos, relata o Science Alert.

Os fósseis em justificação preservaram os tecidos moles de quatro criaturas marinhas semelhantes a minhocas, da espécie Gangtoucunia aspera. Inicialmente, os cientistas achavam que nascente bicho era um familiar das minhocas modernas, que são segmentadas horizontalmente.

No entanto, os resultados das análises sugerem que a indivíduo é mais próxima de animais marinhos, porquê medusas ou corais. A forma dos animais é moldada externamente por um mineral duro publicado porquê fosfato de cálcio, que também está presente nos ossos humanos.

“Esta é uma invenção de um milhão. Estes tubos misteriosos são frequentemente encontrados em grupos com centenas de indivíduos, mas até agora foram vistos porquê ‘fósseis problemáticos’ porque não tínhamos forma de os qualificar. Perdão a  estes exemplares extraordinários, uma peça importante no puzzle evolutivo foi finalmente colocada no lugar”, explica o paleobiólogo Luke Parry.

Os fósseis foram descobertos no leste da província de Yunnan na China, onde a falta de oxigénio protegeu os tecidos moles das bactérias. Os investigadores concluíram que a indivíduo é um pólipo idoso do fundo do mar próximo de uma subcategoria de de cnidários publicado porquê medusozoa, onde se incluem as medusas ou as alforrecas.

As colónias de pólipos do fundo do mar também podem desenvolver esqueletos semelhantes aos encontrados nos fósseis usados na pesquisa. “Curiosamente, não vimos uma relação próxima entre a Gangtoucunia num clade com outros medusozoanos com exoesqueletos de fosfato de cálcio”, escrevem os autores.

Nascente fator indica que os exoesqueletos provavelmente não evoluíram forma linear e de uma só vez, mas que surgiram várias vezes em múltiplas linhagens diferentes.

A invenção indica que os animais em forma de tubo e semelhantes às minhocas surgiram antes da explosão na heterogeneidade bicho no período Câmbrio. Ainda não se sabe ao notório o que desencadeou a expansão da vida, mas os cientistas suspeitam que a forma em tubo tenha sido uma resposta evolutiva para os animais se protegerem dos predadores.

  ZAP //

Deixe um comentário