Mito sítio sobre origem dos póneis de Chincoteague pode ser real

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Bonnie U. Gruenberg / Wikimedia

Póneis de Chincoteague.

As origens dos póneis de Chincoteague são incertas e sempre intrigaram os investigadores. Agora, uma mito sítio pode ter estado certa ao longo de todo oriente tempo.

O pónei de Chincoteague é um tipo de cavalo selvagem encontrado na Ilhota Assateague, na costa dos estados norte-americanos da Virgínia e de Maryland. A raça ficou famosa pela série de romances Misty of Chincoteague”, escrita por Marguerite Henry, a partir de 1947.

Todos os anos, em julho, dezenas de milhares de pessoas visitam a ilhéu para ver centenas de cavalos a nadar pelo meio. Os cavalos são depois vendidos em leilão para manter a população sob controlo.


As suas origens são um mistério. A mito sítio diz que estes póneis são descendentes de cavalos que nadaram até terreno posteriormente o naufrágio de um galeão espanhol na costa da Virgínia, por volta de 1750.

Não há nenhum documento que comprove isto, no entanto. Segundo a National Geographic, alguns historiadores acreditam que estas criaturas são descendentes de punhado que fugiu, o que significa que as suas origens são muito mais recentes.

No entanto, a mito sítio pode, finalmente de contas, ter qualquer fundamento. ADN preservado num dente de cavalo fossilizado encontrado nas Caraíbas, mais precisamente no Haiti, apoia a existência do naufrágio do navio espanhol.

Tanto o cavalo caribenho porquê os póneis de Chincoteague partilham uma linhagem evolutiva que se originou na Idade do Bronze em Espanha, argumente o coautor do estudo Nicolas Delsol, da Universidade da Flórida.

O dente, que se acreditava pertencer a uma vaca, estava esquecido há décadas nas coleções do museu da universidade norte-americana. O fóssil foi encontrado por Delsol, precisamente, enquanto o investigador estava a estudar vacas.

Em seguida a invenção, a equipa de investigadores sequenciou o genoma mitocondrial completo – o mais velho “mitogenoma” de um cavalo domesticado no Hemisfério Ocidental. Desta forma, os autores descobriram que o parente mais próximo do cavalo encontrado era o pónei de Chincoteague.

O dente do cavalo pertencia a um bicho de Puerto Real, um importante núcleo pecuário espanhol criado em 1503.

Quando os exploradores europeus começaram a colonizar as Caraíbas, involuntariamente reintroduziram o cavalo doméstico no território. Mas, a maioria dos cavalos não acabou num lugar tão inóspito quanto Chincoteague e Assateague.

Esse envolvente inóspito também é o motivo pelo qual as pessoas ficam tão intrigadas porquê é que os póneis chegaram lá. A hipótese do naufrágio, apresentada em “Misty of Chincoteague”, pode agora lucrar força, argumenta Delsol.

Sobras de naufrágios, incluindo vários navios da era colonial, muitas vezes dão à costa durante as tempestades de inverno.

Delsol sugere que os colonos espanhóis estavam a velejar mais para o setentrião na região do meio do Atlântico quando o seu navio afundou. Os resultados do estudo foram recentemente publicados na revista científica PLOS One.

  Daniel Costa, ZAP //

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