Morreu o “Zé Gato”, Orlando Costa

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Reprodução / YouTube

Orlando Costa

Orlando Costa foi ator, protagonista na famosa série na RTP, mas também escreveu canções para espetáculos e colaborou em álbuns musicais.

O ator Orlando Costa, que protagonizou a série televisiva “Zé Gato”, morreu hoje em moradia, aos 73 anos, confirmou à Lusa natividade da Vivenda do Artista, em Lisboa.

Orlando Costa nasceu em Braga a 24 de dezembro de 1948 e estreou-se na comédia “Um Chapéu de Palha de Itália”, de Eugéne Labiche, no Teatro Experimental de Cascais (TEC), em 1970, numa encenação de Carlos Avilez, com Lígia Telles, Maria de Lourdes Resende e Vítor de Sousa, entre outros, de convénio com a ingressão sobre o ator na Infopédia e o registo da peça no ‘site’ do TEC.

O ator fez secção do núcleo fundador do Teatro da Cornucópia, com Luís Miguel Cintra e Jorge Silva Melo, em 1973. Orlando Costa fez também secção da companhia “A Barraca”, onde contracenou com Maria do Firmamento Guerra.

O ator esteve muito ligado a projetos televisivos, tendo participado em séries uma vez que “Duarte e Companhia” (RTP), na dez de 1980, ao lado de Rui Mendes, António Assunção, Esquina e Castro e Paula Mora, “Zé Gato” (RTP), em 1979, que protagonizou, contracenando com Luís Lello, Esquina e Castro e Luís Alberto, entre outros.

A sua mais recente participação foi na telenovela “Paixão, Paixão” (SIC), ao lado de Ricardo Pereira, Paulo Rocha e Maria João Bastos.

O ator fez secção de vários elencos televisivos, desde “A Mala de Cartão” (1988), em que contracenou com a atriz Irene Papas, até “A Morgadinha dos Canaviais” (1990), “Ballet Rose” (1998) e “Capitão Roby” (2000), para além de “Malucos do Riso” (1995), “Super Pai” (2002) e “Inspetor Max” (2004).

No cinema, desempenhou personagens em “A Santa Associação” (1980), de Eduardo Geada, “Jogo de Mão” (1983), de Monique Rutler, “Paixão e Dedinhos de Pé” (1992), de Luís Filipe Rocha, “Três Irmãos” (1994), de Teresa Villaverde, “Sapatos Pretos” (1998), de João Canijo, “O Criancinha da Guarda” (1998), de Margarida Gil, “A Filha” (2003), de Solveig Nordlund, ou “Coisa Ruim” (2006), de Tiago Guedes e Frederico Serra, entre outros.

Paralelamente, Orlando Costa escreveu canções para espetáculos e colaborou em álbuns de Júlio Pereira, Fausto e Sérgio Godinho.

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