Não há vida inteligente fora da Terreno. NASA explica porquê

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Pawel86 / Pixabay

É provável que nunca venhamos a encontrar seres extraterrestres inteligentes. Houve uma ruína generalizada antes do contacto com a Terreno.

“Só existem duas possibilidades: ou estamos sozinhos no universo, ou não estamos. Ambas são também assustadoras” – Arthur C. Clarke.

“Se não existe vida fora da Terreno, portanto o universo é um grande desperdício de espaço” – Carl Sagan.

A procura por vida extraterrestre já começou há imensos anos. E não pára.

A tecnologia foi evoluindo e novidades uma vez que o telescópio James Webb permitiram/permitem um estudo mais pormenorizado de outros planetas e uma pesquisa mais próxima de outras civilizações.

O mesmo Carl Sagan defendeu que encontrar seres extraterrestres inteligentes iria “enriquecer a humanidade para além do que se pode imaginar”.

No entanto, nunca se encontrou, e provavelmente nunca se vai encontrar, vida inteligente fora da Terreno.

O aviso é oferecido por cientistas da Dependência Vernáculo da Aviação e Espaço (NASA), num cláusula assinado por Jonathan H. Jiang, Philip E. Rosen, Kelly Lu, Kristen A. Fahy e Piotr Obacz.

Os especialistas apresentam a sua teoria do ‘Grande Filtro’: qualquer vida inteligente extraterrestre já desapareceu.

Admitem a eventual existência de diversas civilizações, desde que o Universo foi criado, mas qualquer cultura inteligente foi destruída antes de chegar a um ponto de evolução suficientemente sofisticado para conseguir contactar a Terreno.

A tese defende que qualquer cultura inteligente – incluindo a humana – sofre de desequilíbrios profundamente enraizados, que se podem “inutilizar rapidamente no Grande Filtro” universal.

E há mais: se não forem tomadas medidas para evitarmos a nossa própria extinção, a cultura humana também vai ser “filtrada” devido aos seus desequilíbrios, às suas fragilidades. Vai desvanecer.

Porque o que prenúncio – ou ameaçou – os habitantes de outros planetas também prenúncio os habitantes da Terreno.

Finalmente, que factores de ruína são esses? Guerra nuclear, pandemias (profundeza apropriada para esta dupla), perceptibilidade sintético descontrolada, choques com asteróides e cometas, alterações climáticas.

O ponto principal, defendem, é “terçar com sucesso oriente filtro universal, identificar atributos destrutivos em nós próprios e neutralizá-los antemão”. Porque a “colaboração entre espécies levou-nos aos picos mais altos da invenção”.

O cláusula ainda não foi revisto pelos pares.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

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