No Egipto, os escravos eram tratados uma vez que animais. As marcas no corpo confirmam

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Johann Moritz Rugendas / Wikimedia

Pintura mostra cenário de um navio que transportava escravos para as Américas

Ferros em chamas eram utilizados para marcar os escravos, uma vez que sinal de propriedade do faraó.

O Egipto ficou na história uma vez que um lugar de grandes avanços, de grandes pirâmides, de inovações significativas.

Mas, tal uma vez que em quase todo o lado – recordemos os ‘Descobrimentos’ feitos pelos portugueses – há registos também marcantes, mas menos positivos.

“Marcantes” é uma termo adequada para o estudo revelado no The Journal of Egyptian Archaeology, citado pelo portal The Jerusalem Post.

A investigação demonstra – ou confirma – que os escravos eram literalmente marcados, tal uma vez que mancheia, no velho Egipto.

As marcas eram feitas para identificar aquelas pessoas uma vez que propriedade de um determinado faraó.

As marcas realizadas com ferro em chamas serviam, não só para sinalizar a propriedade, mas também para mostrar que os escravos estavam ao nível do mancheia, naquela sociedade.

Os escravos tinham no corpo marcas diferentes das outras pessoas da era. Não eram uma espécie de tatuagem ou “arte corporal” daquela profundidade. Seriam mesmo marcas propositadas.

A invenção de diversos ferros que eram sobejo pequenos para marcar mancheia originou esta associação por secção dos investigadores.

Foram 10 ferros descobertos, que datam aproximadamente do período entre o ano 1292 a.C. até 656 a.C..

Ou seja, mais de 600 anos a marcar pessoas.

Os séculos passaram e houve coisas que não mudaram: no século XIX, há tão “pouco” tempo, foram utilizados ferros semelhantes para marcar escravos na Europa.

  ZAP //

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