O asteroide que matou os dinossauros provocou o pai de todos os tsunamis

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Eduardo Drapier / Unsplash

O mítico asteroide que dizimou os dinossauros gerou um tsunami com uns impressionantes 4,5 quilómetros de profundidade.

A maior vaga alguma vez surfada, pelo havaiano Garrett McNamara, na Nazaré, tinha 27 metros de profundidade. O Empire State Building, em Novidade Iorque, tem 443 metros. E o maior tsunami do mundo? A maior vaga do mundo da qual se tem notícia foi a de 9 de julho de 1958, no Alasca. Levante tsunami atingiu os 524 metros de profundidade.

Um novo estudo descobriu agora que o asteroide que matou os dinossauros, há 66 milhões de anos, desencadeou um tsunami gigante, no Golfo do México, com 4,5 quilómetros de profundidade. As suas águas viajaram metade do mundo.

“Levante tsunami foi possante o suficiente para perturbar e erodir sedimentos em bacias oceânicas do outro lado do mundo”, disse a autora principal do estudo, Molly Range, num enviado citado pelo ScienceAlert.

A equipa de investigadores modelou o asteroide que media 14 quilómetros de diâmetro e viajava a 43.500 km/h, ou 35 vezes a velocidade do som, quando atingiu a Terreno.

Depois a colisão do asteroide, muitas formas de vida morreram; os dinossauros não-aviários foram extintos e murado de 75% de todas as vegetalidade e espécies animais foram completamente exterminadas.

Para perceber o impacto do asteroide nos tsunamis, os cientistas analisaram sedimentos marinhos depositados pouco antes ou depois do evento de extinção em tamanho.

A vontade inicial do tsunami de impacto foi até 30 milénio vezes maior do que a vontade libertada pelo tsunami de dezembro de 2004 no Oceano Índico que matou mais de 230 milénio pessoas.

Logo que atingiu a Terreno, criou uma cratera de 100 km de largura e levantou uma densa nuvem de poeira. Dois minutos e meio depois, uma cortinado de material ejetado empurrou uma parede de chuva, formando uma vaga de 4,5 km de profundidade, de combinação com a simulação.

Ao termo de dez minutos, uma vaga de tsunami de 1,5 km de profundidade, sobre 220 km de intervalo do sítio do impacto, varreu o Golfo do México. Uma hora em seguida o impacto, o tsunami foi em direção ao Atlântico Setentrião. Quatro horas volvidas, o tsunami passou pelo Mar da América Meão e entrou no Pacífico.

Um dia inteiro em seguida a colisão do asteroide, as ondas viajaram pela maior secção do Pacífico e do Atlântico, entrando no Oceano Índico e tocando a maior secção das costas do mundo 48 horas em seguida o impacto.

Os resultados foram recentemente publicados na revista científica AGU Advances.

“Esta é talvez a confirmação mais reveladora do significado global deste evento”, disse Range.

“Dependendo das geometrias da costa e do progressão das ondas, a maioria das regiões costeiras terá sido inundada e erodida em certa medida”, escreveram os autores do estudo. “Quaisquer tsunamis historicamente documentados empalidecem em confrontação com leste impacto global”.

  Daniel Costa, ZAP //

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