O término das impressoras a laser (pelo menos na Epson)

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Fernando Arcos / Pexels

Empresa anunciou que, em quatro anos, vai deixar de vender e partilhar impressoras a laser em todo o mundo.

Era uma decisão “inevitável”: as impressoras a laser da marca Epson vão vanescer do mercado, ao longo dos próximos anos.

A empresa anunciou nesta quinta-feira que vai perfazer com a venda e distribuição de impressoras a laser em todo o mundo, até 2026.

O principal motivo é a sustentabilidade, vendo também na tecnologia de jacto de tinta um “grande potencial” para contribuir com “avanços relevantes” para a sustentabilidade do planeta.

Refira-se que a sensação a laser precisa de calor para liquidificar o toner, enquanto o jacto de tinta é uma tecnologia fria que requer menos força para funcionar.

Já no ano pretérito, e inserido numa campanha de resguardo do envolvente, a Epson anunciou um investimento de quase 700 milhões de euros em inovação sustentável.

A empresa aposta também em tecnologia de jacto de tinta sem aquecimento.

Rob Clark, vice-presidente da Epson EMEA explicou que despovoar o mercado do laser era “inevitável”.

“Estas impressoras a laser consomem mais força do que as impressoras a jacto de tinta e utilizam mais peças e componentes substituíveis. O nosso negócio de sensação concentrar-se-á 100% no jacto de tinta sem aquecimento, com tecnologia piezoeléctrica”, continuou Rob.

  Nuno Teixeira da Silva, ZAP //

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