Onça e estrelas do mar. Desvelado um dos mais curiosos túmulos aztecas de sempre

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Investigadores encontraram no México um estranho túmulo azteca com um onça e murado de 160 estrelas do mar à sua volta.

Arqueólogos do Instituto Pátrio de Antropologia e História (INAH), do México, fizeram uma bizarra invenção no Templo Mayor, no coração da Cidade do México, anteriormente conhecida porquê Tenochtitlán, capital do Soberania Azteca.

A equipa de arqueólogos encontrou um ritual de oferenda com murado de 160 estrelas do mar a envolverem o esqueleto de um onça. A invenção foi partilhada no meato de YouTube do INAH.

As estrelas do mar eram dedicadas ao deus Huehueteotl-Xiuhtecuhtli, que representa tanto a chuva quanto o lume, a cultura e a guerra, explica a ARTnews.

Foram descobertas pela primeira vez em 2019, quando os arqueólogos encontravam repetidamente ossos do bicho durante escavações na zona.

Os ossos aparentam pertencer todos à mesma espécie: Nidorellia armata, conhecida porquê “estrela pepitas de chocolate”, devido ao seu padrão característico. Entre a rima de ossos de estrelas do mar foi revelado o esqueleto de um onça.

“É muito interessante porque, se pensar muito, o padrão da estrela do mar parece-se muito com a pele de um onça”, disse o arqueólogo Miguel Báez Pérez, referindo-se às manchas em universal entre os dois animais.

“Esta é provavelmente a razão pela qual eles escolheram esta espécie, mas ainda precisamos de fazer uma revisão exaustiva para confirmar que esta é a única espécie presente”, acrescentou.

“As ofertas contam-nos sobre a conquista de regiões marinhas, regiões costeiras e obviamente a extração de materiais preciosos”, disse ainda Miguel Báez Pérez.

  Daniel Costa, ZAP //

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