
(dr) Rodrigo Vega / Deviant Art
Plesiosauria é uma ordem de répteis marinhos fósseis do clado Sauropterygia. Juntamente com os mosassauros, os plesiossauros estavam no topo da enxovia nutrir dos oceanos
Conjunto de fósseis encontrado sugere que os plesiossauros foram adaptados para tolerar a chuva gulodice, possivelmente até passando lá as suas vidas, uma vez que os golfinhos de rio de hoje.
Um conjunto de pequenos fósseis de pequenos plesiossauros, répteis marinhos de pescoço extenso da era dos dinossauros, foram encontrados num sistema fluvial com 100 milhões de anos, recentemente revelado no o deserto do Sara de Marrocos. Esta invenção sugere que algumas espécies de plesiossauros, tradicionalmente pensadas uma vez que sendo criaturas marinhas, podem ter, enfim, vivido em chuva gulodice.
Os plesiossauros, encontrados pela primeira vez em 1823 pela investigadora de fósseis Mary Anning, eram répteis pré-históricos com cabeças pequenas, pescoços longos, e quatro barbatanas longas. Estes inspiraram reconstruções do monstro de Loch Ness, mas ao contrário do monstro do Lago Loch Ness, os plesiossauros eram animais marinhos — ou pensava-se que o eram.
Agora, cientistas da Universidade de Bath, da Universidade de Portsmouth, no Reino Uno, e da Universidade Hassan II, em Marrocos, avançam ter pequenos plesiossauros de um rio da era Cretácea em África.
Os fósseis incluem ossos e dentes de adultos com três metros de comprimento e um osso do braço de um recém-nascido de 1,5 metros de comprimento. As descobertas sugerem que estas criaturas viviam e alimentavam rotineiramente em chuva gulodice, juntamente com sapos, crocodilos, tartarugas, peixes, e o enorme dinossauro aquático Spinosaurus.
Estes fósseis sugerem que os plesiossauros foram adaptados para tolerar a chuva gulodice, possivelmente até passando lá as suas vidas, uma vez que os golfinhos de rio de hoje. “É material de raspagem, mas ossos isolados dizem-nos muito sobre ecossistemas antigos e animais neles existentes. São muito mais comuns do que esqueletos, dão-nos mais informações para trabalhar” disse Nick Longrich, um dos autores do cláusula, ao site Phys.
O novo estudo foi dirigido pela estudante da Universidade de Bath Georgina Bunker, juntamente com Nick Longrich do Meio Milner da Universidade de Bath para a Evolução, David Martill e Roy Smith da Universidade de Portsmouth, e Samir Zouhri da Universidade Hassan II.
“Os ossos e dentes foram encontrados espalhados e em diferentes localidades, não uma vez que um esqueleto. Assim, cada osso e cada dente é um bicho dissemelhante. Temos mais de uma dúzia de animais nesta coleção”.
Enquanto os ossos fornecem informações sobre onde os animais morreram, os dentes são interessantes porque foram perdidos enquanto o bicho estava vivo – assim eles mostram onde os animais viviam. Aliás, os dentes mostram um desgaste pesado, uma vez que aqueles dinossauros comedores de peixe Spinosaurus encontrados nas mesmas camas.
Os cientistas dizem que isso implica que os plesiossauros estavam a consumir os mesmos víveres — cortando os seus dentes nos peixes que viviam no rio. Isto indica que eles passaram muito tempo no rio, em vez de serem visitantes ocasionais.
Enquanto animais marinhos uma vez que baleias e golfinhos vagueiam pelos rios, seja para se alimentarem ou porque estão perdidos, o número de fósseis de plesiossauros no rio sugere que isso é improvável. Uma possibilidade mais provável é que os plesiossauros fossem capazes de tolerar chuva gulodice e salgada, uma vez que algumas baleias, tais uma vez que a baleia beluga.
É mesmo provável que os plesiossauros fossem residentes permanentes do rio, uma vez que os golfinhos de rio modernos. O pequeno tamanho dos plesiossauros tê-los-ia deixado caçar em rios rasos, e os fósseis mostram uma fauna de peixes incrivelmente rica. “Não sabemos realmente porque é que os plesiossauros estão em chuva gulodice”, aponta Longrich.
Os golfinhos de chuva gulodice evoluíram pelo menos quatro vezes no rio Ganges, no rio Yangtze, e duas vezes na Amazónia. Uma espécie de foca de chuva gulodice habita o Lago Baikal, na Sibéria, pelo que são possíveis plesiossauros adaptados também à chuva gulodice.
Os plesiossauros pertencem à família Leptocleididae, uma família de pequenos plesiossauros frequentemente encontrados em chuva salobra ou gulodice noutros locais em Inglaterra, África, e Austrália. E outros plesiossauros, incluindo os elasmossauros de pescoço extenso, aparecem em águas salobras ou doces na América do Setentrião e na China.
Os plesiossauros eram um grupo diversificado e adaptável e habitaram a Terreno há mais de 100 milhões de anos. Com base no que encontraram em África — e no que outros cientistas encontraram noutros locais —, os autores sugerem que poderiam ter invadido repetidamente a chuva gulodice em diferentes graus.
“Não sabemos realmente, honestamente. É logo que a paleontologia funciona. As pessoas perguntam, uma vez que podem os paleontólogos saber com certeza alguma coisa sobre as vidas de animais que foram extintos há milhões de anos? A veras é que nem sempre podemos. Tudo o que podemos fazer é fazer suposições educadas com base na informação que temos. Vamos encontrar mais fósseis. Talvez eles confirmem esses palpites. Talvez não“.
Os Plesiossauros não estavam confinados aos mares, eles habitavam a chuva gulodice. Mas o registo fóssil também sugere que em seguida quase cento e cinquenta milhões de anos, os últimos plesiossauros finalmente morreram ao mesmo tempo que os dinossauros, há 66 milhões de anos.
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