
Invenção foi feita por uma equipa de mergulho que se encontrava na costa da Florida a procurar sobras de aviões da profundidade da Segunda Guerra Mundial.
Quase 37 anos depois a explosão do vaivém espacial Challenger que motivou a morte de toda a tripulação, membros de uma equipa de mergulho, que trabalhavam na produção de um documentário televisivo, descobriram destroços da estrutura ao largo da costa da Florida.
O seu objetivo era retratar o maravilha do Triângulo das Bermudas, com peculiar enfoque nas aeronaves da estação da Segunda Guerra Mundial, mas acabaram por se deparar com fragmentos muito mais modernos e com partes de até 20 centímetros — o que os deixou intrigados. Foi neste contexto que contactaram a NASA.
“Para milhões em todo o mundo, eu incluído, 28 de janeiro de 1986, ainda parece que foi ontem”, escreveu o gestor da NASA Bill Nelson, num expedido de prelo. “Esta invenção dá-nos a oportunidade de parar novamente, de relembrar o legado dos sete pioneiros que perdemos e refletir em uma vez que é que aquela tragédia nos mudou.”
De facto, a explosão do Challenger é considerada ainda uma das mais chocantes e trágicas do programa norte-americano. Depois de ter sido sucessivamente diferido, o lançamento do vaivém aconteceu às 11h38 do dia 28 de janeiro de 1986, tendo a avião conseguido 14 km de altitude supra da superfície da Terreno.
Quanto aos motivos da explosão, há vários que são apontados, uma vez que uma combinação de falhas no equipamento, pobres condições atmosféricas e uma gestão da missão quase desumana.
Isto porque múltiplos responsáveis envolvidos no projeto alertaram para o facto de o vaivém não estar prestes para o lançamento, com um dos elementos a recusar mesmo assinar uma recomendação para a efetivação da manobra. Mesmo assim, tudo avançou uma vez que planeado inicialmente.
De conciliação com o site All That Interesting, a maioria da tripulação acabou por sobreviver à explosão em si e permanecer consciente durante a tempo de queda em direção ao oceano. O impacto nesta superfície é que terá motivado a morte, com os corpos a serem esmagados contra as paredes da cabine.
Mais tarde, viria-se a desenredar que a lacuna foi originada pelos anéis responsáveis por unir as partes alinhadas dos impulsionadores da estrutura — um problema para o qual os engenheiros da escritório espacial norte-americana já estavam alerta 15 anos antes da explosão do Challenger. A questão não ficou por aí, já que tapume de dez anos depois, oriente problema continuava a ser identificado nos vaivéns.
O mito do Ícaro
O vaivém espacial foi um sofisticado veículo parcialmente reutilizável usado pela NASA uma vez que veículo lançador de satélites, nave para as uas missões tripuladas de reparos de aparelhos em trajectória no espaço e reabastecimento da Estação Espacial Internacional.
Tornou-se o sucessor das naves Apollo usadas durante o Projeto Apollo, que levou o Varão à Lua. O primeiro space shuttle, Columbia, fez a sua viagem inicial em 1981, e o último voo do programa foi realizado pelo Atlantis em 2011.
Os seis space shuttles que a NASA construiu foram usados num totalidade de 135 missões — durante as quais foram lançados inúmeros satélites, sondas interplanetárias, e o Telescópio espacial Hubble.
Os vaivéns espaciais serviam também para a realização de experiências científicas em trajectória e participaram na construção e manutenção da Estação Espacial Internacional.
Ao todo a NASA construiu seis space shuttles, mas somente cinco voaram em missões: Columbia (1981-2003), Challenger (1983-1986), Discover (1984-2011), Atlantis (1985-2011) e Endeavour (1992-2011).
O sexto vaivém espacial, Enterprise, não chegou a fazer qualquer missão e está em exibição no Intrepid Sea, Air & Space Museum, em Novidade Iorque. O programa Space Shuttle foi marcado por duas tragédias que chocaram os EUA e o Mundo.
Em janeiro de 1986, 73 segundos depois o lançamento, o Challenger explodiu a 14 km de altitude, desintegrando-se sobre o Atlântico. Entre os 7 astronautas que perderam a vida, encontrava-se a professora Christa McAuliffe — que iria realizar missões e dar aulas a bordo. Depois a sua morte, inúmeras escolas norte-americanas foram batizadas com o seu nome.
A 1 de fevereiro de 2003, depois completar a missão STS-107, o Columbia desintegrou–se sobre o Texas, ao reentrar na atmosfera. O acidente tirou a vida aos 7 astronautas a bordo.
Estas duas tragédias precipitaram o fecho do programa Space Shuttle — deixando a NASA dependente das naves Soyuz russas para as suas viagens à Estação Espacial Internacional até a SpaceX se ter apresentado uma vez que escolha.
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