Pedaços de um foguetão chinês estão prestes a desabar do firmamento

0
8578

Edvin Richardson / Pexels

Vários bocados do corpo de um foguetão, de 23 toneladas, lançado pela China vão desabar em algum lugar na Terreno entre sexta-feira e sábado de manhã.

A China lançou esta semana o terceiro e último módulo para completar a sua estação espacial permanente, no culminar de mais de uma dez de esforços para manter presença regular de tripulantes em trajectória.

O módulo, eleito Mengtian, foi lançado para o Espaço a partir do Meio de Lançamento de Satélites de Wenchang, na província isolar de Hainan, no extremo sul da China.

Uma grande povo de fotógrafos amadores e entusiastas do Espaço assistiram à descolagem a partir de uma praia vizinho. Mengtian, ou “Sonho Celestial”, junta-se ao Wentian porquê o segundo módulo de laboratório para a estação, coletivamente conhecida porquê Tiangong, ou “Palácio Celestial”. Ambos estão conectados ao módulo meão, eleito Tianhe, onde a tripulação vive e trabalha.

Agora, o corpo de 23 toneladas do foguetão está a retornar à Terreno neste termo de semana, escreve a ScienceAlert.

Ao contrário da maioria dos corpos de foguetões modernos, que são projetados para se repuxar para uma secção remota do Oceano Pacífico, o corpo do foguetão chinês caiu na sua própria trajectória à volta da Terreno.

O pedaço do foguetão está perto de entrar na atmosfera da Terreno e deverá desabar no nosso planeta entre sexta-feira e sábado de manhã.

Ninguém sabe ao evidente onde é que vai desabar, nem há forma de o controlar.

No entanto, zero tema; a verosimilhança de lhe atingir é minúscula. Secção do corpo do foguetão vai flagrar enquanto atravessa a atmosfera, embora não se desintegre totalmente. Entre 20 e 40% da tamanho do objeto sobreviverá à queda, estimam especialistas ouvidos pela Insider.

Provavelmente, o pedaço de foguetão vai desfazer-se em vários bocados. Porém, a maior secção da dimensão onde os detritos podem desabar é mar lhano ou terreno deserto. Ainda assim, há quem critique a queda descontrolada de detritos, considerando que é um risco desnecessário.

Num estudo publicado na revista Nature em julho, os cientistas calcularam uma verosimilhança de aproximadamente 10% de que detritos atinjam uma ou mais pessoas dentro de um período de dez anos. A estimativa inclui tudo, desde foguetões a satélites.

  Daniel Costa, ZAP //

Deixe um comentário