Por fim, os cães conseguem mesmo detetar sinais de stress nos seus donos

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tambako / Flickr

Investigadores defendem que os resultados do estudo podem ajudar a melhorar a compreensão sobre a relação cão-homem e aumenta a nossa compreensão de uma vez que os cães podem interpretar e interagir com os estados psicológicos humanos.

O contributo dos cães para a vida dos seres humanos é inegável, seja, por exemplo, na ajuda a pessoas cegas ou no resgate de pessoas depois catástrofes naturais. Porquê tal, não configura uma surpresa que um novo estudo tenha chegado à desfecho que os melhores amigos do Varão conseguem, até, detetar os níveis de stress dos seus donos.

Uma equipa de investigadores da Queen’s University, em Belfast, recolheu amostras de suor e hálito de 36 participantes antes e depois de terem realizado uma tensa tarefa de aritmética mental. Antes e depois de completarem a tarefa, os participantes relataram os seus níveis de stress, sendo que, posteriormente, os investigadores utilizaram amostras em que a pressão arterial e o ritmo cardíaco da pessoa tinham aumentado.

“Os resultados mostram que nós, enquanto humanos, produzimos cheiros diferentes através do nosso suor e respiração quando estamos stressados, e os cães conseguem notabilizar isto do nosso cheiro quando relaxados — mesmo que seja alguém que não conhecem”, disse Clara Wilson, uma estudante de doutoramento na Escola de Psicologia da Queen’s.

Os cães, Treo, Fingal, Soot, e Winnie, foram treinados em uma vez que procurar uma traço de cheiro, depois notificaram os investigadores sobre qual a exemplar que estava correta. Quatro cães foram introduzidos nas amostras de relaxamento e stress, apesar de os investigadores não saberem se havia uma diferença de odor que os cães pudessem diferenciar.

Ao longo de 36 sessões, as amostras de cada participante foram dadas a cada cão, sendo que em cada sessão, amostras relaxadas e de stress foram apresentadas com quatro minutos de pausa.

Todos os cães alertaram corretamente os investigadores para a exemplar de stress de cada participante.”A investigação salienta que os cães não precisam de sinais visuais ou sonoros para captar o stress humano. Nascente é o primeiro estudo do seu género, e fornece provas de que os cães conseguem rescender o stress somente pelo hálito e suor, o que poderia ser útil no treino de cães de serviço e cães de terapia”, acrescentou Wilson.

“Também ajuda a perceber mais a relação cão-homem e aumenta a nossa compreensão de uma vez que os cães podem interpretar e interagir com os estados psicológicos humanos“.

“Porquê possessor de um cão que prospera ao farejar, ficámos encantados e curiosos ao ver Treo a participar no estudo. Mal podíamos esperar para ouvir os resultados todas as semanas quando o recolhemos. Ele estava sempre tão entusiasmado por ver os investigadores na Queen’s e podiam deslindar o seu próprio caminho para o laboratório”, explicou Helen Parks, dona de Treo, de dois anos.

“O estudo tornou-nos mais conscientes da capacidade de um cão usar o seu nariz para “ver” o mundo. Acreditamos que nascente estudo desenvolveu realmente a capacidade de Treo de sentir uma mudança na emoção em morada. O estudo reforçou para nós que os cães são animais altamente sensíveis e intuitivos, e há um imenso valor em utilizar o que eles fazem melhor — farejar”!

  ZAP //

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