Portugal lança mega-consórcio para desenvolver IA

0
8283

Defined.ai / Facebook

Daniela Braga da startup Defined.ai que integra o consórcio Accelerat.ai para o desenvolvimento da Lucidez Sintético.

O Governo está a concordar um mega-consórcio de Lucidez Sintético (IA) que vai investir 78 milhões de euros e fabricar mais de 210 postos de trabalho em Portugal. O objectivo é ajudar a ultrapassar o demora de 10 anos que a Europa tem em relação aos EUA neste sector.

Bem através do Projecto de Recuperação e Resiliência (PRR), o Governo comparticipa o consórcio em 75%, com murado de 51 milhões de euros.

O projecto conta com a colaboração de diversos parceiros, incluindo entidades governamentais porquê o IAPMEI – Sucursal para a Competitividade e Inovação, empresas privadas porquê a NOS e a Devscope, e Universidades, nomeadamente o Instituto Superior Técnico de Lisboa e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Intitulado Accelerat.ai, oriente consórcio pretende ajudar a Europa a ultrapassar o demora que tem relativamente aos EUA que, segundo a líder da startup Defined.ai (anteriormente chamada DefinedCrowd), uma das empresas envolvidas no projecto, é de 10 milénio milhões de euros e 10 anos.

A relevância da iniciativa insere-se na teoria de que “a AI é uma das tecnologias que, muito em breve, vai ser tão importante porquê a Internet para a nossa sobrevivência“, porquê destaca Daniela Braga, empresária e investigadora portuguesa que integra a Task Force Pátrio de Pesquisa em IA da governo de Joe Biden, presidente dos EUA.

“Grande consórcio” é talvez o maior na superfície da IA

Liderado pela Unbabel, plataforma portuguesa baseada em IA de ‘Language Operations’ (LangOps), oriente “grande consórcio” é um projecto “à graduação mundial, talvez, o maior consórcio nesta superfície“, porquê explica à escritório Lusa o responsável de Resultado da Unbabel, Paulo Dimas.

A IA é uma superfície “estratégica neste momento em que vivemos”, até porque implica “uma série de riscos“, nomeadamente em termos de preconceitos, discriminando indivíduos quer devido ao género, quer do ponto de vista étnico, frisa ainda Dimas.

Outrossim, “alimenta-se de dados gerados por pessoas e, no fundo, reflecte todos os ‘biases’ [preconceitos] da nossa sociedade que estão nos produtos de IA”, acrescenta, frisando que tudo isto é “uma barreira muito significativa ao progressão da superfície e ao lançamento de certos produtos”.

O consórcio inclui também dois hospitais e a Bial porquê parceira industrial, sendo que, na superfície da saúde, “existem riscos muito grandes para a emprego da IA”, nomeadamente o de pôr em risco a vida de pessoas, repara também o responsável da Unbabel.

Estes “são riscos muito grandes que estão a ser regulados a nível da União Europeia”, salienta, realçando a relevância deste processo.

“Portugal na vanguarda da Lucidez Sintético”

O consórcio “vai permitir posicionar Portugal na vanguarda da IA responsável, é o maior consórcio a nível global”, sublinha ainda Paulo Dimas, salientando que wse trata de um investimento totalidade de 78 milhões de euros para “um incentivo na mansão de 51 milhões” do PRR.

Está previsto que o consórcio tenha um impacto na economia portuguesa de 250 milhões de euros em exportações até 2030, resultado do desenvolvimento de 21 novos produtos de IA.

Outrossim, irá fabricar mais de 210 postos de trabalho altamente qualificados e atribuir 132 graus académicos avançados, nomeadamente, mestrados e doutoramentos, de entendimento com a Unbabel.

O consórcio é constituído por 11 startups: Unbabel, Feedzai, Sword Health, Apres, Automaise, Emotai, NeuralShift, Priberam, Visor.ai, YData e YooniK. Também inclui oito centros de investigação de Lisboa, Porto e Coimbra (Instalação Champalimaud, CISUC, FEUP, Fraunhofer Portugal AICOS, INESC-ID, IST, IST-ID/ISR e IT), uma sociedade de advogados (Vieira de Almeida) e ainda cinco líderes de indústria em Ciências da Vida, Turismo e Retalho (Bial, Núcleo Hospitalar de São João, Luz Saúde, Grupo Pestana e Sonae).

Para algumas das startups envolvidas “esta é uma oportunidade incrível de crescer rapidamente neste contexto e neste ecossistema que vai ser muito rico”, sublinha ainda Paulo Dimas.

“Juntámos também um conjunto de pessoas”, entre os quais está o professor António Damásio, que vai colaborar numa das áreas que o consórcio vai explorar, que é “a intercecção entre a IA e as neurociências“.

Paulo Dimas salienta que o consórcio vai ter produtos desta tradução, que é a superfície da Unbabel, por exemplo, até produtos mais vocacionados para as ciências da vida que vão “permitir açodar os ensaios clínicos”.

Entre estes 21 produtos, há também alguns dirigidos para restauração remota, até na superfície financeira, incluindo “projectos a olhar mais para o horizonte”, nota ainda.

Um resultado que pode ser desenvolvido visa “permitir a pessoas com ELA – Esclerose Lateral Amiotrófica – comunicarem com as suas famílias”, revela também Paulo Dimas. “Vamos fabricar um tradutor que vai conseguir transformar essa fala interno que essas pessoas têm – falam dentro da cabeça delas -, trasladar essa linguagem silenciosa numa linguagem que as famílias possam entender”, destaca.

Numerário do PRR decisivo para “projecto único” no mundo

“Não conseguiríamos progredir para oriente tipo de produtos se não tivéssemos oriente tipo de investimento. Nos próximos três anos vai fazer a diferença”, destaca ainda o responsável da Unbabel a propósito do financiamento do PRR.

O consórcio tem três pilares centrais que podem ser resumidos porquê a justiça de não ter preconceitos/eliminação de preconceitos; a IA poder explicar porque toma determinadas decisões; e a sustentabilidade (em termos de eficiência energética).

Oriente consórcio “representa um nível de colaboração único a nível pátrio e internacional”, destaca, por sua vez, o co-fundador e chief science officer da Feedzai, Pedro Bizarro.

Trata-se de “um projeto único a nível mundial e que me enche de orgulho”, sublinha ainda Bizarro.

Oriente responsável também nota que o objetivo é “desenvolver novas formas de IA mais responsável, ou seja, IA menos enviesada, mais explicável, mais eficiente e amiga do envolvente”.

O noção de IA Responsável é um termo que reflete o desenvolvimento de sistemas de IA justos que reduzem o preconceito e o impacto negativo da tecnologia para grupos discriminados.

Já o presidente executivo da Bial, António Portela, salienta que oriente consórcio irá permitir à empresa farmacêutica “trazer os seus desafios em IA para um universo de startups e centros de investigação avançados, criando sinergias únicas” para conseguir “competir globalmente” nesta superfície, “acelerando a invenção e desenvolvimento de novos medicamentos“.

Seja um visitante de carteirinha, assine nossa newsletter e receba conteúdos exclusivos

Deixe um comentário