Pretérito do Sol está…na Lua

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Bessi / Flickr

Cientistas apresentam novo estudo e mostram ter expectativa em relação às missões lunares que se aproximam.

Há muitos segredos do Sol que estão “escondidos” na superfície lunar, acredita uma equipa de cientistas.

A exploração sustentada da superfície lunar, na missão Artemis, deverá ser crucial para revelar, pelo menos, segmento do pretérito da estrela que nos ilumina.

Estas são a estudo e a expectativa dos cientistas, que publicaram uma estudo recente no portal arXiv, intitulada Amostras lunares são cápsulas do tempo do sol.

Na expedição a prioridade será obter na Lua “amostras de cumeeira interesse e protocolos para manipulação e estudo de amostras”.

O Sol sempre influenciou todos os corpos do sistema solar: recebemos calor e luz do Sol, mas também uma chuva manente de partículas de subida vontade e vento solar.

E, lembra o portal Universe Today, isto já acontece há tapume de 4.5 milénio milhões de anos.

Mas fomos perdendo a noção do que era o Sol, do que aconteceu ao Sol ao longo de tantos anos. O desgaste provocado pelo vento, a erosão da chuva e os ciclos constantes das placas tectónicas: tudo contribuiu para que o pretérito da estrela ficasse longe ou fosse mesmo “enterrado”.

Certas actividades na Lua, uma vez que fluxos de lava (que trazem à superfície camadas mais profundas), podem revelar muito do pretérito do Sol.

Os cientistas acreditam que, por exemplo, podemos ver durante quanto tempo uma exemplar lunar foi exposta a raios cósmicos e utilizar isso para modelar a taxa de produção de raios cósmicos do Sol nos últimos milhares de milhões de anos.

A mesma indicação pode surgir através dos rastos deixados por partículas de subida vontade, enquanto se enterram na crosta.

Ao confrontar diferentes amostras em diferentes profundidades e locais, poderemos entender a mudança no fulgor do Sol ao longo do tempo.

E o melhor sítio para estudar essas mudanças será mesmo a Lua.

  ZAP //

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