Publicidade no Espaço? Cientistas propõem exibir anúncios no firmamento

0
4829

Dino Reichmuth / unsplash

Um grupo de investigadores russos está a investigar a viabilidade de colocar anúncios publicitários no Espaço.

Segundo noticiou o Futurism, graças a satélites devidamente posicionados para refletir a luz do Sol, os investigadores acreditam que seria provável gerar imagens que pudessem ser vistas a partir da Terreno.

O objetivo é perceber o volume de pessoas que veria leste pregão espacial e o dispêndio para que estivesse visível durante vários meses – com estimativas de que poderia custar o equivalente a 65 milhões de dólares (65,7 milhões de euros), segundo referiram no estudo, publicado recentemente na Aerospace.

“Há qualquer tempo que estudamos alguns dos aspetos mais técnicos de publicidade espacial. Desta vez, olhámos para o lado poupado e, por muito irrealista que possa parecer, mostramos que 50 ou mais satélites pequenos a voar em formação pode ser economicamente viável”, disse Shamil Biktimirov, o primeiro responsável do estudo.

A equipa calculou que as receitas dependeriam de uma série de fatores, incluindo “a nebulosidade, o tempo indiferente – que mantém as pessoas dentro de vivenda -, e a constituição demográfica das cidades”. Em circunstâncias ideais, uma campanha de 91 dias poderia gerar 111 milhões de dólares, já com as despesas pagas.

A teoria destes investigadores não é novidade. Em 2019, a empresa russa StartRocket sugeriu um tanto semelhante. Três meses depois, anunciou que tinha assinado um contrato com a PepsiCo para enviar um “papeleta orbital” para o espaço – mas o trabalhador de bebidas acabou por deixar o projeto.

Porém, uma vez que indicou o DigitalTrends, esses anúncios podem gerar problemas aos astrónomos na reparo do firmamento noturno, uma vez que é necessário trevas para que não existam interferências. A teoria já gerou controvérsia no pretérito.

Também em 2019, o astrónomo Patrick Seitzer, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, defendeu “um firmamento noturno livre desse tipo de atividade, que permaneça o mais atingível a toda a humanidade”.

  ZAP //

Deixe um comentário