que animais devem vanescer em 2050?

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Jeffrey Eisen / Pexels

Pongo Abelii, orangotango-de-sumatra

Já aconteceram cinco extinções em volume no planeta Terreno. A sexta já estará a desenvolver-se e pode afectar 40% das espécies.

Para muitos biólogo, ou outros especialistas, não é excesso: já está a transcursão a sexta extinção em volume de animais, na Terreno.

O alerta é mencionado no portal Live Science, que recorda que já houve cinco extinções em volume no planeta.

A sexta já estará a caminho e 40% das espécies de animais, que estão agora na Terreno, podem vanescer em 2050.

A União Internacional de Conversação da Natureza indicou que muro de 41 milénio espécies (um terço do totalidade) estão já sob prenúncio de extinção.

“Isso é muito provável“, admitiu Nic Rawlence, professor no Departamento de Zoologia da Universidade de Otago, na Novidade Zelândia.

“Se as espécies não forem extintas a nível global, é provável que aquelas que não conseguirem adaptar-se ao nosso mundo – que está a mudar rapidamente – sofram extinções locais e se tornem funcionalmente extintas”, avisou.

Exemplos

Algumas espécies que já estão sob prenúncio sátira: orangotango-de-sumatra (Pongo abelii), leopardo-de-amur (Panthera pardus orientalis), elefante-de-sumatra (Elephas maximus sumatranus), rinoceronte-negro (Diceros bicornis), tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), tigre de Sunda (Panthera tigris sondaica) e Cross River gorilla (Gorilla gorilla diehli).

Todas estas espécies correm basta risco de extinção porque têm registado declínios populacionais entre 80% e 90%, nos últimos 10 anos – ou três gerações – ou porque só existem no sumo 50 animais do género, entre outros possíveis motivos.

Há outras espécies que são menos conhecidas mas que também correm risco de extinção.

Mais de 40% das espécies de insectos estão ameaçadas, porquê o gafanhoto de ponta branca (Chorthippus acroleucus), o grilo-do-sul (Anonconotus apenninigenus), a mariposa azul de Swanepoel (Lepidochrysops swanepoeli), a zangão de Franklin (Bombus franklini) e a cigarrinha sem asas das Seychelles (Procytettix fusiformis).

As alterações climáticas estão também a fazer vanescer, por exemplo, recifes de coral – e 90% podem vanescer, também antes de 2050.

Não é provável deixar uma lista completa das espécies que estão sob extinção (até porque não há uma lista completa de todas as espécies que existem).

Mas é provável deixar a lista do que pode ser feito: deixar as lutas políticas fora da conservação da natureza, investir mais no combate às alterações climáticas feita pelo ser humano, reunir mais a comunidade científica para debater leste peça.

E precisamos de olhar para o pretérito para proteger o porvir do planeta.

  ZAP //

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