Revelado o túmulo de um dos “braços-direitos” de Ramsés II

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Ministry of Tourism and Antiquities / Twitter

Sarcófago de Ptah-M-Wia

Arqueólogos egípcios revelaram o caixão vazio de Ptah-M-Wia, tesoureiro-chefe e um dos ‘braços-direitos’ do faraó Ramsés II.

O sarcófago de 3.330 anos é feito de granito rosa e já tinha sido desvelado no ano pretérito, mas só agora é que foi revelado ao público.

Além de ser tesoureiro do faraó, detalha o Ministério do Turismo e Antiguidades do Egito em transmitido, Ptah-M-Wia era também “escrivão real”, “supervisor-chefe da pecuária” e estava encarregado de “oferendas divinas a todos os deuses do Supino e do Grave Egito”.

A missão arqueológica egípcia da Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo foi chefiada por Ola El-Ajezy. A invenção do túmulo foi feita durante as escavações que a missão está a realizar na espaço de antiguidades de Saqqara.

Além do túmulo do ex-tesoureiro, a equipa também descobriu no ano pretérito os túmulos de vários dignitários, incluindo de um líder militar chamado Hor Mohib.

O túmulo de Ptah-M-Wia estava vazia, com os investigadores a sugerirem que foi roubado por saqueadores. Segundo a Smithsonian Magazine, vestígios de resina no sarcófago confirmam que continha um corpo mumificado.

Os hieróglifos do túmulo pedem a proteção do falecido e têm representações de Hórus, o deus do firmamento com cabeça de falcão e rebento das divindades Osíris e Ísis.

A equipa de arqueólogos não encontrou outros artefactos dentro do sarcófago, de concórdia com o transmitido.

Ramsés II governou o Egito de 1279 a 1213 aC, o segundo reinado mais longo da história egípcia.

Em maio, investigadores descobriram 250 sarcófagos e 150 estátuas de bronze no idoso cemitério. No final de 2020, descobriram também mais de 100 caixões de madeira intactos com hieróglifos e múmias muito preservadas dentro deles. Especialistas também desenterraram estátuas, gatos mumificados e inúmeras obras de arte.

  ZAP //

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