Serão os biocombustíveis assim tão amigos do envolvente?

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Maarten van den Heuvel / Unsplash

O debate reacendeu-se nos Estados Unidos. Enquanto uns pedem mais apoios para produzir etanol, outros salientam o seu lado preto.

Um veículo de passageiros típico emite tapume de 4,6 toneladas de dióxido de carbono por ano. Esta é unicamente uma entre várias razões que têm levado à procura de alternativas aos combustíveis fósseis.

Há tapume de 15 anos, os Estados Unidos deram incentivos que ajudaram a lançar um boom de biocombustíveis no país.

As fábricas de etanol consomem agora tapume de 130 milhões de toneladas de milho por ano. É tapume de um terço da colheita totalidade de milho do país e o cultivo desse milho requer mais de 100 milénio quilómetros quadrados de terreno.

Aliás, mais de 4 milhões de toneladas de óleo de soja são transformadas em óleo diesel anualmente. De contrato com a Inverse, nascente é um número que está a crescer rapidamente.

Além do etanol, também biodiesel, eletricidade, hidrogénio, gás proveniente e propano têm sido alternativas implementadas em vez da gasolina e do gasóleo.

Um dos principais problemas destas alternativas é que têm um saliente dispêndio. Até ao momento, as tecnologias que utilizam fontes alternativas de vontade permanecem relativamente caras. A baixa eficiência é outro problema. As tecnologias de vontade opção são relativamente novas e não são particularmente eficientes.

Os cientistas há muito alertam que a produção de biocombustíveis em grande graduação envolve custos: reivindica terras que, de outra forma, poderiam cultivar mantimentos ou, alternativamente, árvores que capturam carbono do ar e servem de lar para pássaros e outros animais selvagens.

As agências governamentais pesaram os custos e os benefícios e decidiram que a substituição da gasolina por etanol ou biodiesel ajudaria a satisfazer as metas de redução de gases com efeito de estufa.

No entanto, um estudo publicado em fevereiro na revista científica PNAS, veio reacender esse debate. Os autores concluíram que o combustível etanol consegue ser tão mau para o clima quanto a gasolina que pretende substituir.

Precisamente porque as grandes quantidade de campos agrícolas usadas para o cultivo de milho substituíram terrenos que, de outra forma, ajudariam na conquista de carbono do ar.

Os resultados do estudo caíram que nem uma explosivo na indústria dos biocombustíveis — que não tardou em retaliar. Há quem defenda que o responsável principal do item, Tyler J. Lark, e um dos coautores, sejam excluídos de um quadro de especialistas do Governo norte-americano sobre combustíveis renováveis.

A invasão da Rússia à Ucrânia só veio piorar a situação. Os preços da gasolina e do gasóleo aumentaram, assim uma vez que os preços da comida. De um lado, pede-se mais incentivos para produzir etanol, de forma a atenuar os preços dos combustíveis. Por outro, advoga-se contra a produção de etanol, de forma a libertar os campos para o cultivo de mantimentos.

  Daniel Costa, ZAP //

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