Tecnologia de transporte autónoma da Tesla não deteta crianças na estrada

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Leo Nguyen / Wikimedia

Interno de um Tesla Model 3 independente

Um grupo de resguardo de tecnologia segura avançou esta terça-feira que o software de transporte autónoma da Tesla não reconhece as crianças nas passadeiras, em seguida uma série de testes realizados com modelos da marca.

Segundo o Dawn Project, os testes de segurança mostraram que a última versão do software de transporte autónoma da Tesla atingiu os manequins com tamanho de crianças. Estes resultados potenciam a campanha que a organização tem levado a cabo para pressionar o Congresso a proibir o uso da tecnologia em justificação.

De pacto com os testes, o software – lançado em junho – não detetou a figura do tamanho de uma muchacho a uma velocidade média de 40 quilómetros por hora. De pacto com o Guardian, o fundador do Dawn Project, Dan O’Dowd, classificou os resultados porquê “profundamente perturbadores”.

Para O’Dowd, o software “é uma prenúncio mortal para todos os norte-americanos”. “Mais de 100 milénio condutores já o estão a utilizar (…) colocando as crianças em grande risco”, frisou, defendendo que a tecnologia deve ser proibida até que a Tesla consiga provar que os veículos “não atingirão as crianças nas passadeiras”.

Recentemente, o fundador e CEO da empresa, Elon Musk, garantiu estar “muito próximo” de atingir o nível sumo da transporte autónoma – o nível cinco -, que corresponde a capacidade do veículo velejar sem qualquer mediação humana.

“Estou extremamente optimista que o nível cinco, ou essencialmente a autonomia completa, vai ocorrer e acho que vai ocorrer muito rapidamente”, indicou Musk na lhaneza da conferência mundial sobre Perceptibilidade Sintético, em Singapura.

E sublinhou: “estou plenamente optimista que teremos a funcionalidade base de nível cinco autónoma pronta ainda nascente ano”.

Em junho, a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) disse que está a investigar 830 milénio carros da Tesla, em seguida uma série de acidentes ter revelado padrões no desempenho dos carros e no comportamento dos condutores.

Numa outra investigação a entidade está a estudar se a remoção do sensor de radar em alguns modelos mais recentes da Tesla faz com que os veículos utilizem os travões sem qualquer razão, o que labareda de “travagem fantasma”.

Desde 2016, a sucursal investigou 30 acidentes com carros da Tesla equipados com sistemas de transporte autónoma – 19 dos quais fatais.

  ZAP //

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