Tecnologia em excesso pode deformar os humanos do porvir

0
7755

Toll Free Forwarding

Os avanços na tecnologia mudam a forma uma vez que as pessoas trabalham e funcionam, acelerando o processo ou criando eficiência. Porém, existe a possibilidade de a tecnologia estar a afetar o nosso organização, principalmente devido à sua utilização frequente.

Num projeto encomendado pela TollFreeForwarding, os especialistas advertiram que a utilização excessiva da tecnologia pode fabricar deformações. A empresa colaborou com um designer 3D para projetar imagens de um “humano do porvir”, que revela problemas relacionados com o uso quotidiano da tecnologia.

A conceção do padrão 3D, denominado por “Mindy”, baseou-se na utilização jacente de ‘smartphones’, computadores portáteis e outras tecnologia.

A empresa prevê que o uso excessivo de objetos de tecnologia afeta a forma uma vez que as pessoas se sentam e ficam de pé. Acreditam que olhar sempre para insignificante para um ‘smartphone’ e olhar para cima para o ecrã de um computador poderá modificar partes do corpo, arqueando e desalinhando a poste vertebral.

“Passar horas a olhar para insignificante para o seu telemóvel estica o pescoço e desequilibra a poste vertebral. Consequentemente, os músculos do pescoço têm que fazer um esforço extra para concordar a cabeça”, disse Caleb Backe, um técnico em saúde e bem-estar na Maple Holistics.

Toll Free Forwarding

O padrão 3D “Mindy”

Estar sentado em frente a um computador durante horas pode repuxar o tronco para frente, passando a risca das quadris, quando ambos deviam estar alinhados.

Outra propriedade é a “garra de texto”, também designada por síndrome do túnel cubital – uma requisito que produz dormência nos dedos – causada pela utilização jacente do ‘smartphone’. O termo foi concebido para explicar uma vez que a mão assume a forma permanente de uma garra por segurar continuamente o telemóvel.

“Há alguns anos, a utilização da Internet ultrapassava o envolvente de trabalho, agora seguramos a Internet nas nossas mãos. Porém, a forma uma vez que seguramos os nossos telemóveis pode motivar tensão em certos pontos – criando a “garra de texto”, que é conhecida uma vez que síndrome do túnel cubital”, disse Nikola Djordjevic.

Segundo o médico e cofundador da Med Alert Help, os humanos do porvir podem também ter o cotovelo a 90 graus, por utilizarem excessivamente a tecnologia. Esta é uma extensão da “garra de texto”, ambas as características da síndrome do túnel cubital. A mudança física é causada pela “pressão ou estiramento do nervura ulnar, que corre no interno do cotovelo”.

A postura da “Mindy” mostra o efeito da tecnologia sobre o pescoço. “Quando se trabalha no computador ou quando se olha para o telemóvel, os músculos da segmento de trás do pescoço têm de se contrair para segurar a cabeça para cima. Quanto mais se olha para insignificante, mais os músculos têm de trabalhar”, explicou K. Daniel Riew, médico do NewYork-Presbyterian Och Spine Hospital

O estudo prevê que os futuros humanos tenham um crânio mais grosso, para proteger o cérebro da radiação dos ‘smartphones’, e que desenvolvam uma segunda pálpebra para proteger os olhos da tensão e do excesso de luz azul consequente da exposição aos ecrãs.

“Os humanos podem desenvolver uma pálpebra interna maior para evitar a exposição à luz excessiva, ou a lente do olho pode ser desenvolvida de forma evolutiva, de modo a bloquear a ingressão de luz azul, mas não de outras luzes de cimo comprimento de vaga, uma vez que a verdejante, a amarela ou a vermelha”, disse Kasun Ratnayake, investigador da Universidade de Toledo.

A tecnologia é um muito enorme, mas é interessante saber que impacto poderá estar a ter no corpo humano ao longo do tempo. O relatório mostra características aparentes sobrevalorizadas para retratar o que poderia potencialmente sobrevir se a tecnologia for utilizada excessivamente e os riscos a ela associados.

  ZAP //

Seja um visitante de carteirinha, assine nossa newsletter e receba conteúdos exclusivos

Deixe um comentário