Tomar moca pode protegê-lo de contrair covid-19

0
8684

Pexels

Poderá o consumo de uma chávena de moca ser uma forma eficiente de se proteger contra a infeção por coronavírus? O que ainda não foi provado na prática é pelo menos muito plausível, de harmonia com uma novidade investigação.

Num estudo publicado recentemente na Food & Function, uma equipa liderada pelo químico Nikolai Kuhnert, da Universidade de Jacobs, na Alemanha, concluiu que o ácido clorogénico, que se encontra no moca, inibe em 50% a interação entre a proteína do coronavírus e o recetor ACE-2 – o lugar de acoplamento do vírus na célula humana.

Uma chávena de moca, com muro de 200 mililitros, contém 100 miligramas de ácido clorogénico. As experiências no laboratório mostraram que essa concentração de ácido clorogénico é suficientemente elevada para impedir o acoplamento da proteína ao ACE-2 e, portanto, inibir o processo de infeção.

Todavia, para provar que esse processo também funciona na prática, é necessária mais investigação, referiu um item do PhysOrg, que cita o estudo. Também serão necessários mais estudos para instaurar quanto tempo duraria o efeito inibitório do ácido clorogénico.

“Uma vez que químicos, não podemos” instaurar “se tomar moca poderia realmente servir uma vez que medida preventiva de proteção contra a infeção. Mas podemos manifestar que é plausível”, referiu o investigador.

“Muitas pessoas bebem moca, e já está muito estabelecido que nascente tem muitos outros efeitos positivos”, acrescentou, assinalando que os consumidores regulares deste resultado têm uma menor verosimilhança de suportar de diabetes tipo II.

As descobertas sobre a interação entre o moca e o coronavírus serão agora comunicadas a uma comunidade de investigação mais vasta. “Estudos epidemiológicos poderão instaurar se os consumidores regulares de moca ficam ou não” mais imunes mais “ao vírus”, disse ainda Nikolai Kuhnert.

  ZAP //

Deixe um comentário