Um traque de um soldado romano levou à morte de 10 milénio pessoas

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yeowatzup / Wikimedia

O atrevido ventosidade do soldado romano durante uma celebração judaica da Páscoa desencadeou um motim que levou à morte de 10 milénio pessoas.

Muitos são silenciosos e mortíferos, e já houve casos onde a segmento “mortífera” foi levada exagerado a sério. Apesar de serem muitas vezes uma mera piada, há contextos onde traques são um sinal de falta de ensino, e no pretérito já houve pessoas morrer por razão de um destes flatos fatais — e não, não foi por intoxicação.

Num documento datado de 75 chamado “A Guerra Judaica”, o historiador Flávio Josefo descreve um incidente anti-semitista com um soldado romano tal qual gás desencadeou um motim que levou à morte de 10 milénio pessoas.

O romano estava em frente a um grupo de judeus que celebravam a Páscoa quando “baixou as suas roupas e agachou-se de forma indecente, virou-se para os judeus e disse as palavras que se esperariam perante essa postura”, cita o Ancient Origins.

Os judeus enraivecidos com esta falta de reverência começaram a atirar pedras ao soldados e aos seus colegas, que chamaram reforços. Quando chegaram mais soldados ao Templo, começou um motim e muitas das mortes foram judeus que acabaram por ser esmagados enquanto tentavam fugir do tropa.

Esta não foi a primeira vez que um ventosidade causou problemas. Segundo o historiador helênico Heródoto, em 569 A.C., no vetusto reino do Egipto, um general chamado Amásis foi enviado para suprimir uma rebelião nas tropas. No entanto, em vez de acalmar os rebeldes, Amásis acabou por ser coroado porquê o seu novo rei.

Quando o faraó Apriés descobriu o que se tinha pretérito, enviou um dos seus conselheiros para confrontar Amásis e exigiu que nascente se entregasse. No entanto, o novo rei tinha outras ideias e em vez disso levantou as suas vestes, peidou-se, e disse ao mentor para “entregar isso a Apriés“.

O faraó furioso até mandou trinchar o nariz e as orelhas do seu mentor, o que provocou ainda mais reclamação ao seu reinado. A poviléu acabou por se revoltar contra o faraó e Amásis tornou-se o seu novo líder, tendo assumido o trono do Egipto desde 569 a 525 A.C.

  Adriana Peixoto, ZAP //

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