Vacina “milagrosa” contra cancro da úbere passa primeiros testes em humanos

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Mufid Majnun / Unsplash

Uma vacina contra o cancro da úbere revelou-se um verdadeiro sucesso nos primeiros testes em humanos, 20 anos depois.

Investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, têm vindo a desenvolver, nos últimos 20 anos, uma vacina contra o cancro da úbere. A vacina passou agora a primeira tempo de testes em humanos.

O cancro da úbere é o segundo tipo de cancro mais geral entre as mulheres, somente suplantado pelo cancro da pele, e corresponde à segunda desculpa de morte por cancro, na mulher. Em Portugal, anualmente são detetados muro de 7.000 novos casos e 1.800 mulheres morrem com esta doença.

Os homens não estão livres de transe. Segundo a Liga Portuguesa Contra o Cancro, em Portugal, muro de 1% de todos os cancros da úbere são no varão.

Nestes primeiros testes em humanos, a vacina experimental provou ser segura e altamente eficiente na prevenção do propagação de células tumorais cancerígenas do recetor de propagação epidérmico humano 2

Durante a tempo um dos ensaios, a vacina experimental contra o cancro de úbere provou ser segura e altamente eficiente na prevenção do propagação de células tumorais cancerígenas do recetor de propagação epidérmico humano 2 (HER2).

Algumas mulheres têm tumores de úbere com níveis mais altos da proteína HER2. Esses cancros são denominados cancro de úbere HER2+. Esses cancros tendem a crescer e disseminar-se mais rapidamente do que outros tipos de cancro da úbere, mas são muito mais propensos a responder ao tratamento com medicamentos que têm porquê cândido a proteína HER2.

Aliás, o excesso de produção da proteína HER2 é responsável por 30% de todos os casos de cancro da úbere, salienta o portal Interesting Engineering.

Embora não seja hereditário, nascente tipo de cancro é muito persistente e há uma grande verosimilhança de ressurgir. Os investigadores da Universidade de Washington encontraram um pouco curioso enquanto procuraram os fatores que levam à recorrência do cancro HER2.

Os cientistas notaram que o cancro HER2+ não reapareceu em pacientes que desenvolveram uma isenção citotóxica. Estas pacientes tiveram taxas de sobrevivência mais altas. Com base nisto, os investigadores desenvolveram uma vacina de ADN que pudesse desencadear isenção citotóxica nas células afetadas.

Entre 2001 e 2010, os cientistas fizeram testes com 66 mulheres que sofriam de cancro HER2 recorrente em estágio avançado. Foram portanto criados três grupos separados.

As pacientes do primeiro grupo receberam somente 10 microgramas da vacina. Por sua vez, a dosagem para as pacientes do segundo grupo foi de 100 mcg, enquanto para as pacientes do terceiro grupo foi de 500 mcg.

As participantes foram monitorizadas durante mais de uma dez para verificar a eficiência da vacina.

Normalmente, metade das pacientes que sofrem de cancro da úbere HER2+ não sobrevive mais de cinco anos em seguida o diagnóstico. No entanto, os resultados do estudo publicado recentemente na revista científica JAMA Oncology foram surpreendentes.

Do totalidade de participantes, 80% das pacientes que receberam a vacina permaneceram vivas durante a avaliação de mais de 10 anos. As pacientes que receberam 100 mcg desenvolveram uma poderoso resposta imune citotóxica.

Susan Gregg

Nora Disis, à esquerda, em conversa com colegas.

“Os resultados mostraram que a vacina é muito segura. Na veras, os efeitos colaterais mais comuns que vimos em muro de metade das pacientes foram muito semelhantes ao que você vê com as vacinas contra a covid-19: vermelhidão e inchaço no sítio da injeção e talvez alguns sintomas de febre, calafrios e semelhantes aos da gripe”, disse Mary Nora Disis, autora principal do item, em expedido.

  Daniel Costa, ZAP //

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