Ventos impelidos por buracos negros supermassivos apanhados em flagrante a gerar estrelas

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Uma das questões-chave que os astrónomos estão a tentar responder é “porque é que as galáxias têm o aspeto que têm?”. A investigadora Patricia Bessiere, do IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias) liderou uma investigação que utilizou dados do telescópio Keck no Hawaii para compreender o impacto que os núcleos galácticos ativos têm na formação de estrelas das suas galáxias hospedeiras. Os resultados do estudo foram publicados em fevereiro deste ano na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. As simulações de computador de uma vez que as galáxias se formaram e evoluíram sugerem que deveria possuir muito mais galáxias grandes

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